Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois
Mais informações: www.cm-sintra.pt

27.2.13


O Bom inverno, João Tordo

Esta foi a minha primeira incursão na escrita deste jovem autor português que tem granjeado boas críticas e alguns prémios literários. O Bom inverno é o seu quarto romance e transporta-nos para Sabaudia, uma região escondida na Itália, passando primeiro pela cidade húngara de Budapeste.
É numa casa isolada desta região italiana que um magnata e produtor americano de cinema reúne todos os verões alguns dos seus protegidos e futuros colaboradores, sendo que um aval seu é uma garantia de um futuro profissional promissor. É sob esta premissa que se reúnem sob o seu tecto, entre outros, 3 escritores (um inglês, um italiano e um português, o nosso narrador).
Mas o que parecia ser um verão promissor, cedo se revela um verão de terror. Logo após a sua chegada, o produtor americano é morto. Bosco, um dos seus fiéis, ou o seu fiel seguidor, decide descobrir o assassino a todo o custo. Então, desenvolve-se um ambiente crescente de suspeita sobre todos os presentes, que a pouco e pouco vão cedendo à pressão e buscam ou a fuga ou a absolvição impossíveis.
Leitura interessante, com uma história coerente, bastante visual, e em crescente nota de terror, perfeitamente adaptável ao cinema.

26.2.13


A parte inicial do luto é uma dormência, um torpor, uma disfasia temporal entre o que sabemos que é real e a nossa capacidade de processar e assimila-la. Nem sei se será exactamente negação, apenas a incapacidade momentânea de lidar com toda a dimensão da dor e das consequências da ausência.

25.2.13

24.2.13


Argo (2012)

Dos nomeados aos óscares deste ano, este foi o único filme que vi.
Em 1980, as forças rebeldes iranianas invadem a Embaixada dos Estados Unidos e fazem reféns todos os seus funcionários. No enato, 6 conseguem perceber a situação e fogem, refugiando-se na casa do embaixador canadiano. Entretanto, os serviços secretos americanos começam a delinear uma estratégia de extracção dos seis americanos. Das várias estratégias propostas, a mais inusitada e menos estapafúrdia é a de fazer passa-los por uma equipa de cinema à procura de locais de filmagem para um filme sci-fi.
Embora rocambolesca, esta opção acaba por resultar devido ao empenho do agente responsável: Tony Mendez, cujo nome e missão permaneceram secretos até ao mandato Clinton, quando os contornos da extracção foram revelados.
É um filme interessante pela lição de história pe pelo esmiuçar de meandros políticos e cinematográficos.

Realização: Ben Affleck * Argumento: Chris Terrio, baseado no livro de Tony Mendez * Elenco: Ben Affleck, Bryan Cranston, John Goodman, Alan Arkin, Victor Garber, Tate Donovan, Clea DuVall, Kyle Chandler, Zeljko Ivanek

23.2.13


Sobre assertividade III

Apesar de ter melhorado o meu registo assertivo, ainda, em determinadas situações, insisto num registo passivo-agressivo. Este registo não é salutar para mim, porque fico a remoer as situações sem agir sobre elas. Se é verdade que nem todos têm uma capacidade de recepção assertiva, o que torna este tipo de registo por vezes ineficaz, também é verdade que é o mais adequado à nossa paz de alma.

22.2.13


Conselho Municipal de Juventude de Sintra (CMJS)

Entrou em vigor no passado dia 4 de Janeiro o regulamento do CMJS. Este é um órgão consultivo, não vinculativo, presidido pelo presidente do município, devendo ser este a dar o pontapé de saída para a sua constituição. Resta saber quando.

20.2.13

19.2.13


Expetativas de vida

Daqui a cerca de 3 meses, faço 37 anos e inevitavelmente dá-me para ponderar as expectativas que tinha para a minha vida.

Como qualquer rapariga, casamento e filhos faziam parte das minhas aspirações. Pelos menos planos, deveria ter um filho com 12 anos, outro com 9, e quem sabe mais algum. Além se super mãe, seria escritora/jornalista freelancer, com possibilidade de viajar pelo mundo com regularidade. O meu marido seria também um super pai e contaria com a minha mãe e sogra para ajudar com as crianças nas minhas ausências profissionais.

Como é óbvio, a minha vida em pouco se parece com isto. Do ponto de vista profissional, tenho uma experiência de um ano e picos a trabalhar numa pequena editora. Aos 25, perdi a minha mãe para o cancro. Das crianças, valem-me os meus sobrinhos, exactamente com essas idades. Da perspectiva de família própria, perdi-a quando, por inépcia, perdi muita da estabilidade que considero necessária para criar uma.

O meu presente está nos antípodas do que almejava. O meu futuro? Vou fazer por isso, embora com desejos e aspirações diferentes.

18.2.13


SWAT: O Confronto (Video 2011)

Um cordenador de uma equipa SWAT é chamado a dar formação a uma outra equipa, que durante esse período acorre a uma situação em que uma das reféns se suicida. A sua morte provoca o já obsessivo noivo que enceta uma perseguição a toda a equipa, em especial ao seu líder. Filme em vídeo para tardes de fim de semana, que vale pelo mui jeitoso Gabriel Macht.

Título original: S.W.A.T.: Firefight * Realização: Benny Boom * Argumento: Reed Steiner * Elenco: Gabriel Macht, Robert Patrick, Carly Pope

17.2.13


RLVT AEP – Conselho Regional

Decorreu mais um Conselho Anual da Região Lisboa e Vale do Tejo da Associação de Escoteiros de Portugal, onde foram aprovado Relatório de Contas e Actividades de 2012, bem como o orçamento e Plano de Actividades para 1013. Destes um factor importante a reter são as datas das seguintes actividades:
- sons da Selva II, 9 e 10 de Junho;
- Centenário da AEP, 6 a 8 de Setembro;
- Filias, 9 e 10 de Novembro.
Outro momento interessante deste conselho foi a partilha de reflexões das mesas de trabalho decorridas na véspera, no âmbito do INDABA, das quais destaco a reflexão sobre os direitos de imagem e os seus moldes.

14.2.13

Dias preenchidos

Há dias recheados de compromissos. Por vezes, parecem dias pouco produtivos, mas no fundos são dias de aprendizagem, transmissão de conhecimentos, troca de experiências e de partilhas. são bons dias.

13.2.13

Sempre tive tendência para me anular em prol dos que me rodeavam, abdicando dos meus desejos pelos da maioria ou do que era melhor para esta. isso aumentou ainda mais aminha timidez e insegurança naturais, acabando por anular a minha voz. Acabei por não ser útil a ninguém, nem a mim.

Hoje, sinto que para ajudar seja quem for, necessito primeiro lutar pelos meus desejos e objectivos. Só depois poderei ser útil aos demais.


12.2.13


Sobre as greves

O actual período de contingência tem levado à perda de regalias e diminuição de direitos dos trabalhadores de todas as áreas de acção, seja público ou privado. A situação tem levado à convocação de greves, sendo as mais evidentes as que abrangem os transportes públicos e que consequentemente afetam a vida de milhares de pessoas.

Eu sou uma dessas pessoas.

Apesar da eventual compreensão pelas reivindicações, mas a verdade é que não temos a noção do que isso implica para os trabalhadores, ou por desinteresse ou porque essa realidade não é devidamente retratada pelos media. E o sector mediar mereceria todo um manancial de reflexões.

Eu sou uma das pessoas que não dá a devida atenção aos porquês das greves.

Como as greves dos transportes públicos têm sido frequentes e o seu impacto nas minhas rotinas e organização de tempo são recorrentes, começo a não ter flexibilidade de adaptação e aceitação. A este desgaste devemos acrescentar os recorrentes aumentos dos preços dos bilhetes e a diminuição da oferta de transporte e redução de horários.

Por exemplo, actualmente é impossível utilizar um comboio num dia feriado.

Claro que este tipo de trabalho por turnos deve ser compensado, ou através de um ordenado base meritório ou pelo devido pagamento de horas extraordinárias ou subsídios adequados e devidos. Como já afirmei, não tenho prestado a devida atenção aos porquês da greve, logo desconheço as reivindicações e não perceber ao certo o que estes trabalhadores estão a perder. Como eu, há com certeza muitos cidadãos e a verdade é que continuamos sem perceber é que estas greves nos atingem sem ser no seu efeito imediato de falta ou escassez de comboios.

11.2.13

A imagem que temos de nós é também reflexo da imagem que os outros têm de nós. E em momentos de insegurança e dúvida é reconfortante contar com o apoio e a presença de quem acredita em nós, no nosso trabalho e na nossa intencionalidade.


10.2.13

Orlando, Virginia Woolf

Na faculdade, uma das várias leituras obrigatórias recaiu sobre a obra de Virginia Woolf, de quem li To the Lighthouse, A Room of One’s Own e Selected Short Stories. Apreceiei bastante esta nova forma de escrita à qual espera regressa com a leitura de Orlando, que adquiri em 1999. Iniciei a sua leitura, mas o deslumbramento tinha-se escoado e fiquei-me pela página 80. Agora, 14 anos depois voltei ao seu universo.
Orlando é a biografia ficcional de um lorde inglês imortal de longa linhagem que um dia, numa estada na Turquia, acorda mulher. Esta história é inspirada na vida de Vita Sackville-West, amiga e amante de Virginia Woolf, reputada autora da época, conhecida igualmente pelo seu casamento liberal e várias ligações bissexuais. São retratados vários momentos e episódios da sua vida, nesta obra que toca vários temas: a criação artística´, sobretudo literária, bem como a sua crítica e diversas estéticas, o papel da mulher na sociedade (os seus direitos de herança, casamento, maternidade, comportamento), a evolução da sociedade inglesa durante cerca de 350 anos, a identidade e tradição, entre outros.
Leitura interessante desta personagem contraditória, mas fascinante.

9.2.13


O flagelo do desemprego

Infelizmente, sou regularmente confrontada com a notícia da situação desemprego de pessoas que conheço e que considero capazes, com conhecimentos, empenhadas, motivadas e cumpridoras. Tudo o que a nova vaga de conselhos sobre empregabilidade apregoa, fazendo a apologia da criatividade e da proatividade. Uma vez que vejo estas pessoas ou em situação precária ou a ponderar, e mais do que isso, a emigração. Então o que querem realmente os empregadores?

8.2.13


Sobre a assertividade

Em termos de capacidades comunicativas, o objectivo maior é atingir-se o nível da assertividade. Apesar de já me considerar mais próxima desse nível, considero que ainda me situo ao nível do passivo-agressivo. No entanto, também é minha percepção que a assertividade ainda não é uma postura culturalmente aceite. Ainda faz parte dos nossos hábitos culturais não falar dos elefantes no meio da sala com medo de algum tipo de represália. Para uma cultura de assertividade é necessário igualmente desenvolver a receptividade da mensagem. Um receptor assertivo é um receptor com capacidade de encaixe.

6.2.13

Do Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude

No âmbito da nova Estrutura Nuclear da Câmara Municipal de Sintra, a área da juventude ficou adestrita ao novo Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude, que congrega os antigos Departamento de Educação e Departamento de Cultura, turismo, Juventude e Desporto. Compete ao novo Departamento de Educação dirigir as actividades ligadas às questões da educação, no âmbito das atribuições do Município,
que não estiverem expressamente cometidas à EDUCA, EEM, nos termos dos respetivos estatutos, bem como dirigir as atividades ligadas à cultura, à juventude e ao desporto.
No domínio da cultura, desporto e juventude, compete: a) Superintender nas atividades de promoção cultural, desportiva e de juventude, desenvolvidas pelo Município e apoiar as actividades prosseguidas por outras entidades, sendo este o único parágrafo suficientemente lato para abranger a área da juventude, que só torna a ser mencionada na alínea f) f) Promover a edição de publicações de interesse relevante, relativas às áreas da cultura, do desporto e da juventude. De resto, é mencionado a gestão de equipamentos coletivos de cultura, lazer e desporto e o movimento associativo, em geral.
Dada a pouca expressão da juventude no novo corpus normativo camarário, porquê insistir na continuidade desta nomenclatura, que no fundo se resume a duas menções? Se a nova estrutura reflecte as actuais necessidades de contingência e de focos de interesse e prioridades de acção, porque não assumir a omissão da juventude?

5.2.13

Estrutura Nuclear da Câmara Municipal de Sintra

No passado dia 18 de janeiro foi publicado em Diário da República o despacho 1199/201, no qual se apresenta a nova Estrutura Nuclear da Câmara Municipal de Sintra. Tendo como objectivo o cumprimento dos limites máximos ao provimento dos cargos dirigentes que resultam da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto, a nova estrutura procura ainda facilitar a inovação, a simplificação, a modernização, a partilha de recursos, a cooperação e articulação institucionais, essenciais para que, à escassez de recursos não corresponda menor qualidade e eficácia na ação municipal.  Deste modo, a nova estutura camarária é a seguinte:
1 — Direção Municipal Administrativa e de Polícia Municipal, aqual integra:
1.1 — Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos;
1.2 — Departamento de Polícia Municipal;
2 — Direção Municipal de Planeamento e Urbanismo, a qual integra:
2.1 — Departamento de Urbanismo, Planeamento e Desenvolvimento Estratégico;
3 — Departamento de Ambiente, Serviços e Gestão Urbana;
4 — Departamento de Obras Municipais;
5 — Gabinete Municipal de Apoio ao Munícipe e Auditoria;
6 — Departamento de Recursos Humanos
7 — Departamento de Administração Financeira e Patrimonial;
8 — Departamento de Ação Social e Habitação;
9 — Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude.

Em breve, farei uma análise sumária à posição da área da juventude nesta nova orgânica.

4.2.13

Anabaptismo

Cristo terá sido baptizado em adulto por João Baptista
(dai a origem do termo)
Anabaptistas ("re-baptizadores", do grego ανα (novamente) + βαπτιζω (baptizar); são cristãos sectários do Anabatismo, a chamada "ala radical" da Reforma Protestante. São assim chamados porque os convertidos eram baptizados em idade adulta, desconsiderando o baptismo da Igreja Católica Apostólica Romana. Assim, re-baptizavam todos os que já tivessem sido baptizados em criança, crendo que o verdadeiro baptismo só tem valor quando as pessoas se convertem conscientemente a Cristo.

3.2.13


Ordem da Jarreteira

A Mais Nobre Ordem da Jarreteira, também conhecida como Ordem da Jarreteira, é a mais antiga ordem  da Inglaterra e do sistema de honras britânico. A sua tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês: Order of the Garter) tal como em português tem o mesmo significado. Só assim se explica que esta ordem militar, criada por Eduardo III de Inglaterra com o espírito medieval de então e baseada nos nobres ideais da demanda ao santo Graal e da corte do Rei Artur, seja vista como a mais importante comenda do sistema honorífico do Reino Unido, desde essa altura até aos dias de hoje. Fundada em 1348, com a dedicação da imagem e das armas a São Jorge, patrono da Inglaterra (embora existam registros de nomeações à ordem em 1344), supõe-se que tenha sido criada para destacar os esforços do reino e aliados, nos quais se destacam nobres e reis portugueses, para conquistar a Terra Santa e um «Império Cristão» nas subsequentes cruzadas, numa época de ouro para os cavaleiros, a nobreza das guerras.
O emblema da ordem, retratado na insígnia, é uma jarreteira com o motto Honni soit qui mal y pense (francês antigo: "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", ou "Maldito seja quem pense mal disto!”) em letras douradas. Os membros da ordem recebem algo como uma liga nas ocasiões cerimoniais.


Escoteiro da Tribo de Exploradores do Grupo 211 a receber as suas jarreteiras













A Ordem da Jarreteira, cuja tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês Order of the Garter) em Portugal era primitivamente chamada Ordem da Garrotea que significava "Ordem do Laço."
O equivoco, que fez distanciar do seu nome original que traduzia uma estreita "liga entre homens" ou um apertado "enlace entre homens", através de um sério acordo entre pares nobres e amigos, trocado por uma ordinária liga para segurar as meias, advém de uma fantasiosa história, que está associada à criação desta Ordem, possivelmente com a pretensão de denegri-la e aos movimentos ou pessoas que a defendiam e aos seus ideais cavalheiresca.
Jarreteira branca: Dirigentes da AEP
Essa lenda conta que Eduardo III estava dançando com a Condessa de Salisbury numa grande festa da corte, quando esta deixou cair a sua jarreteira. Ao apanhá-la do chão e amarrá-la de volta à sua perna, o rei reparou que os presentes os fitavam com sorrisos e murmúrios. Irado, exclamou: «Honni soit qui mal y pense» ("envergonhe-se quem nisto vê malícia"), frase que se tornou o lema da ordem.; disse ele ainda que tornaria aquela pequena jarreteira azul tão gloriosa que todos a haveriam de desejar. Sendo esta história verdadeira ou não, a Ordem da Jarreteira foi, de fato, criada por Eduardo III, o seu símbolo é uma jarreteira azul escuro, de rebordo dourado, em que aparecem inscritas, em francês, as palavras ditas pelo rei. Mas a verdade é que o seu símbolo era um cinto e que, depois de o sabermos, ainda o vemos lá.

In wikipedia.org

2.2.13


O “descaso”da juventude

No passado dia 19 de Janeiro, a Associação Viver Sintra organizou um congresso denominado exactamente Associativismo em congresso. Das várias áreas abordadas, a que mais me interessava era naturalmente a da juventude. Esta foi abordada ligeiramente por Rita Nunes, da confederação do Desporto de Portugal, com base em dados fornecidos pela Divisão da Juventude e Desporto da Câmara Municipal de Sintra.
No concelho, existem 92 associações e/ou clubes desportivos e 26 associações juvenis, das quais a maioria são grupos e agrupamentos escotistas. Do apoio financeiro prestado ao associativismo juvenil e desportivo em 2012, de um total de 861.450€, apenas 31.500€ foram direccionados para o associativo juvenil, sendo que, em termos de actividades, não há qualquer verba afectada a esta área.
Estes são números públicos. Que conclusões se podem aferir? Para mim é notória a falta de interesse e empenho político nesta área, à qual são atribuídas uma migalha de verba, embora para as associações e grupos em causa seja um valor sempre bemvindo. Mas e o resto? E a aposta em fazer algo notório e válido nesta área, em reagrupar recursos humanos com capacidade e com motivação, em definir uma linha orientadora e estratégica?
Será que o próximo período eleitoral trará essas mudanças? A ver vamos.