Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois
Mais informações: www.cm-sintra.pt

31.3.13

100 people

Que perspectiva temos nós do mundo? 7 biliões de pessoas é um número demasiado abstracto para as nossas mentes processarem e acomodarem a sua dimensão e diversidade. E que tal redimensionar esse número para 100, talvez, o nº de pessoas com que nos cruzamos diariamente, e a partir dai pensar temas globais como: água, alimentação, transportes, saúde, economia, educação, habitação, geuraa e desperdício?
Esse é o objectivo do projecto 100 People (www.100people.org): tornar acessível uma amostragem de 100 pessoas oriundas de todos o mundo e que torne perceptível o impacto e o contexto destes temas no seu quotidiano.
Para além do evidente interesse do projecto, este oferece um guião para que professores do ensino básico e secundário trabalhem estes temas e sejam eles a propor um representante para esta galeria de 100 pessoas. Paralelamente, estes jovens desenvolvem o seu potencial como agentes comunitários.
Recomendado a todos.

30.3.13

O Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos


Tenho algumas vagas recordações de uma versão televisiva deste livro e que a mesma me arrancou algumas lágrimas. Emoções que reencontrei nas páginas do livro.
A história é uma homenagem autobiográfica do autor à sua família e reflecte muitas das dificuldades porque esta passou. A história centra-se em Zézé, um rapaz franzino de 6 anos, com uma imaginação prodigiosa que não consegue evitar fazer todo o género de tropelias à família e vizinhos e que por isso é constantemente castigado. Mas ele não é mau, apenas não consegue conter o seu impulso da imaginação e apenas a sua professora e o seu amigo Portuga conseguem perceber o seu lado doce e sensível. Como pano de fundo, o livro explora o impacto do desemprego e da pobreza na dinâmica de uma família numerosa e também a perda da inocência com a primeira morte de alguém querido para Zézé, o que o vai afastar sem tréguas do seu universo infantil.


29.3.13

Não matem a cotovia, Harper Lee

Passados cerca de 16, 17 anos, regressei a um dos livros que mais me marcou e que considero que todos deviam ler.
História, baseada m acto verídicos, passa-se na década de 30, numa pequena vila do sul do Alabama. Um jovem homem negro é acusado de violar uma rapariga branca. Um conceituado advogado local é convocado para o defender, embora a sentença já esteja ditada: num sul racista, nunca a palavra de um negro foi valorizada sobre a de um branco.
Este processo, que vai mexer com a sensibilidade de toda a cidade, vai ser sentido em particular pela família de Atticus, o advogado responsável pela defesa do acusado. Pai de um casal, é pela voz da filha Scout que nos são relatados os vários acontecimentos e a estranheza que - na ingenuidade dos seus 7, 8 anos – estes provocam.
É um romance de crescimento e perda da inocência, com um toque gótico e feminista, que aborda temas como tolerância e preconceito, justiça, lei, moral e ética, educação, valores e papeis sociais.
É um romance que nos faz reflectir sobre os nossos valores e o modo como os seguimos.


27.3.13

Soldados da Fortuna (2010)


A mítica série televisiva teve direito, em 2010, a nova roupagem e a um novo elenco, do qual Liam Neeson e Bradley Cooper fazem jus às personagens que defende. De resto, o enredo é explosivo e inconsequente q.b. e vale-nos o recordar a inesquécivel música do genérico.

Título original: The A-Team * Realização: Joe Carnahan * Argumento: Joe Carnahan e Brian Bloom* Elenco: Liam Neeson, Bradley Cooper, Sharlto Copley, Jessica Biel e Patrick Wilson


26.3.13

Ex-Mulher Procura-se (2010)


Um caçador de fianças vê-se a braços com a tarefa de leva a ex-mulher à justiça. Só para descobrir que o sentimento os uniu ainda é mutuo. Filme para domingos à tarde friorentos.

Título original: The Bounty Hunter * Realização: Andy Tennant * Argumento: Sarah Thorp * Elenco: Jennifer Aniston, Gerard Butler, Gio Perez, Jason Sudeikis e Christine Baranski


25.3.13

Para ajudar os demais, temos de estar minimamente bem, o que significa nós sabermos aceitar, em determinados momentos, ajuda. Aceitá-la e por vezes ter a humildade de solicita-la, embora necessário, nem sempre é fácil.
Posteriormente, sim, podemos ser o apoio necessário e desejado para os demais. Mas quando é que se atinge esse equilíbrio? Há tempo para tal? As circunstâncias permitem-no?
Nem sempre as circunstâncias são propícias, mas, assim que possível, devemos procurar um tempo, um espaço para nós, para reencontramos o equilíbrio necessário a este percurso feito de percalços e pedras no caminho.

24.3.13

Habemus papam

Francisco I quer uma igreja pobre para os pobres. Que terá o estado do Vaticano a dizer sobre isto? Relembremos que o vaticano é um estado político, que à mercê de um pressuposto espiritual, tem regras, legislação, orientações e influências que na prática de espirituais têm muito pouco.
Oriundo da argentina, poderá trazer novas perspectivas, esperemos que sim, à forma como os católicos vivem o cristianismo, mas será suficiente para redireccionar uma igreja duma dimensão que pouco se coaduna com o universo individual e particular dos seus seguirdos?
A ver vamos.

23.3.13

Palavras #420 a 422

calabre - (francês câble, cabo, do latim capulum, -i, rabiça do arado, cabo) s. m. 1. Corda grossa. 2. [Arquitetura] Ornamento semelhante a corda(s) entrançada(s). 3. [Marinha] [Marinha] Amarra ou cabo. 4. [Armamento] Máquina de guerra semelhante à catapulta.
sincelo - |ê| s. m. Pedaços de gelo suspensos dos beirais dos telhados ou das árvores e resultantes da congelação da chuva ou do orvalho.
penedia - s. f. Aglomeração de penedos; fraguedo.

22.3.13


Rescisões por mútuo acordo na função pública

Os despedimentos não função pública ainda não são uma medida concreta, mas já se entreabriu um pouco mais a porta. Depois da alteração à legislação que regula o trabalho em funções pública e que terminou o vínculo vitalício dos trabalhadores à mesma, temos agora a fase das rescisões por mútuo acordo. É claro que estas não vão atingir os números, que nem sequer foram anunciados, desejados pelo governo e este vai ter mesmo de assumir, mais tardar depois das eleições legislativas, o despedimento de funcionários públicos.
Para já, a porta da rua está aberta a assistentes operacionais e técnicos. Para quem não sabe, estes são o grosso da função pública e fazem, sobretudo os operacionais, o trabalho que ninguém quer. São os que auferem menos rendimentos, logo são os que implicam indemnizações mais baixas. À partida são também os que menos escolaridade tem, logo menos qualificados. Mas nem todos, há um grande número, sobretudo de assistentes técnicos licenciados, mas que por motivos vários nunca foram requalificados com técnicos superiores. A verdade é que o estado tem nestes recursos humanos altamente capazes, a baixo custo.
A diminuição do número de assistentes operacionais e técnicos resultará igualmente numa grande operação de charme e marketing do estado. Um dos discursos que poderá posteriormente assumir é o que que tem quadros altamente qualificados, de fazer inveja a qualquer pais europeu. Mas há custa de quê? Da sua politica de valorizar os recursos humanos que tem.
Dir-me-ão que o SIADAP valoriza a meritocracia dos funcionários. Mentira. Como qualquer sistema de avaliação, é feito à medida das necessidades dos decisores e não dos trabalhadores. É falível e subjectivo na atribuição de objectivos e nivela tudo e todos pela medianidade. E com o seu sistema de quotas de classificações será uma das ferramentas utilizadas para excluir funcionários dos quadros. Veremos que outros vectores orientarão estas decisões.

21.3.13


Sobre a Lei da Limitação de Mandatos autárquicos

O movimento Revolução Branca accionou, um pouco por todo o pais, várias acções de providência cautelar para impedir a candidatura de autarcas que se candidatam a diferentes municípios depois de terem perfeito os três mandatos máximos estipulados por esta lei. Por enquanto, a vitória está do lado do movimento, mas o jogo ainda não chegou ao final.
Concordo com a actual legislação, embora acredite que pelo meio se terá perdido muita e útil experiência governativa. Compreendo e aceito os pressupostos da lei: impedir contínuos abusos de poder. Mas também aprecio que possibilite a renovação dos responsáveis políticos e quem sabe com uma nova geração com um diferente sentido de estado e de responsabilidade social. Quem sabe. Mas para tal é também necessário uma nova a maior consciencialização dos eleitores, porque a verdade é que temos os políticos que elegemos.


20.3.13

Sócrates, comentador

A partir de Abril, José Sócrates será comentador político na RTP. Se fosse numa televisão privada, não me impressionaria. Sendo na televisão pública, colocam-se-me algumas questões:
  • Qual o valor do seu contrato;
  • Que beneficio trará o seu retorno à cena pública nacional: para ele, para o canal (além das audiências), e para o estado, que em última instância chancela as decisões desta entidade pública;
  • Quem mais beneficiará com esta manobra de diversão, PS ou PSD;
  • Quererão os portugueses vê-lo ou será este o melhor hatewatching cá do burgo nos próximos tempos?

18.3.13


Oficina de Escrita na Casa da Juventude

Com o objectivo Fomentar a criatividade, numa vertente cultural, mas também prática, orientada para temáticas de interesse de e para a juventude, a Casa da Juventude vai promover uma Oficina de Escrita durante o mês de Maio. Destina-se ao público em geral, a partir dos 14 anos, e decorrerá todas as terças e quintas-feiras do mês, com inicio dia 2 e excepto dia 21, das 18h às 20h.
A Oficina de Escrita será composta por 8 Módulos, em que se explorará diversas vertentes da composição escrita, através da transmissão de noções teóricas e de diversos exercícios práticos. 

Estas possuem a seguinte calendarização:
02 de Maio: Apresentação e recomendação de leituras;
07 de Maio: Noções de comunicação e a importância da gramática;
09 de Maio: Aquisição de vocabulário;
14 de Maio: Tipologias de texto;
16 de Maio: Criar personagens;
23 de Maio: Enredo e diálogos;
28 de Maio: Desafio de Escrita;
30 de Maio: Partilha de ideias e avaliação da Oficina de Escrita.

A participação é gratuita e os interessados deverão preencher uma ficha de inscrição disponível em http://desportoejuventude.cm-sintra.pt/ , ou enviar os seus dados (Nome, idade, ocupação, nível de escolaridade, contacto telefónico, endereço electrónico) até dia 29 de abril para o endereço djud.actividades@cm-sintra.pt.

17.3.13

Tarot: história

Os jogos de cartas entraram na Europa no final do século XIV, com os mamelucos da Pérsia, cujos jogos tinham naipes muito semelhantes aos naipes latinos italianos e espanhóis: espadas, bastões, copas e ouros (moedas). Embora haja um número significativo de hipóteses para a origem do tarô, as evidências atualmente mostram que os primeiros baralhos foram criados entre 1410 e 1430 em Milão, Ferrara ou Bolonha, no norte da Itália, onde cartas de trunfo foram adicionadas aos já existentes baralhos de naipe. Esses novos baralhos foram chamados de carte da trionfi, cartas de triunfo, e as cartas adicionais simplesmente de trionfi, termo que originou a palavra "trunfo" em português. A primeira evidência literária da existência das carte da trionfi foi um registro escrito nos autos da corte de Ferrara, em 1442. As mais antigas cartas de tarô existentes são de quinze baralhos incompletos pintados em meados do século XV para a família governante de Milão, os Visconti Sforza.
Não há documentos que atestem o uso divinatório do tarô anteriores ao século XVIII, embora se saiba que o uso de cartas semelhantes para tal uso era evidente por volta de 1540. Um livro intitulado Os Oráculos de Francesco Marcolino da Forli apresenta um método divinatório simples usando o naipe de ouros de um baralho comum. Manuscritos de 1735 (O Quadrado dos Setes) e 1750 (Cartomancia Pratesi) documentam o significado rudimentar divinatório das cartas de tarô, bem como um sistema de tirada de cartas. Em 1765, Giacomo Casanova escreveu em seu diário que sua criada russa frequentemente usava um baralho de jogar para ler a sorte.

16.3.13


Exercicio: Caracterização Directa e Indirecta

Inês
Directa: Inês é uma menina de 8 anos. Tem cabelo castanho comprido e olhos azuis. Gosta muito de pintar e quando for grande quer pintar grandes quadros. Gosta de tudo quanto é amarelo, menos das pintas das salamandras.
Indirecta: sob o sol quente da tarde, o seu favorito, deitada sobre a relva do jardim, Inês tenta pintar as várias flores da sua imaginação numa grande folha branca. Até que repara em dois olhos amarelos que a miram com curiosidade. Assustada, grita e afugente uma pintalgada osga.
Hong Yi
Pedro
Directa: Pedro é o mais irrequieto dos três irmãos. É um desportista sempre aos pulos e a subir às árvores a treinar para o seu grande sonho: ser astronauta.
Indirecta: para o infinito e mais além, gritou Pedro quando saltou do muro do jardim. Mas coitado, calculou mal a distância, caiu e esfolou o joelho. Já é a terceira esfoladela este mês, mas isso não o faz parar.
João
Directa: ao contrário dos irmãos, João gosta de ficar em casa. Também é diferente na cor dos olhos e do cabelo, tem olhos verdes e cabelo ruivo. E faz colecção de selos.
Indirecta: o grande tiranossauro era o último selo que lhe faltava na colecção. Esta feliz com todos os seus dinossauros. Depois de ajeitar os óculos, poe-se a pensar: quando for grande, levará a sua colecção de selos para o trabalho no Museu de história Natural para comparar com os verdadeiros.  

15.3.13


Exercicio: 2 frases, 1 texto

Frases
Da torre cimeira do castelo, o urubu via a ponte.  
O lavrador olhou o céu em busca de claridade.

Texto
A noite tinha sido silenciosa e ansiosa, todos sabiam que hoje se ditava a paz ou a guerra no reino. O emissário do norte chegou no seu cavalo, apeou-se pesaroso. Da torre cimeira do castelo, o urubu via a ponte.  Esta foi descida lentamente pelos soldados do reino do sul. O emissário entrou a pé, guiando o cavalo pelas rédeas.
A manhã estava prestes a despontar. O lavrador olhou o céu em busca de claridade. Mas as nuvens turvavam o céu e o futuro do reino.

14.3.13


Exercicio: Dias da Semana


  1. Para compensar o frenético início de semana, à segunda à noite, pipocas e um filme.
  2. Tuesday, let’s speak english while having tea and scones.
  3. Hoje, quarta-feira, é dia de almoçar bacalhau com natas com a Anabela n’Os Primos.
  4. Passar a ferro? Nem sempre apetece, mas à quinta lá calha.
  5. Na última sexta de cada mês, há Clube de Leitura no Museu Ferreira de Castro.
  6. Sábado é dia de reunião escotista e já aprendi o nó de fiel.
  7. Domingo, domingo, aproveitar ao máximo o calor dos lençóis.
 

8.3.13

Tarot: etimologia

A palavra tarô na língua portuguesa (ou em outras línguas: tarot, tarock, tarok, tarocco, tarocchi etc.) não possui uma tradução específica — ninguém sabe ao certo sua real etimologia. Acredita-se que ele possa vir da palavra árabe turuq, que significa "quatro caminhos", ou talvez do árabe tarach, que significa "rejeito". Segundo a etimologia francesa, tarot é um empréstimo do italiano tarocco, derivado de tara, "perda de valor que sofre uma mercadoria; dedução, ação de deduzir".
O tarô tradicional possui 78 cartas; quando usado para fins divinatórios, cada qual é denominada de arcano, palavra que significa "mistérios ou segredos a serem desvendados" e foi incorporada pelos ocultistas do século XIX.
 

7.3.13

Sessões temáticas nas Escolas 2012-13

2º Trimestre
Período de Realização: Janeiro a Março de 13
Nº de sessões: 16
Escolas: 3 (ES Padre Alberto Neto e EBs 2.3 Ruy Belo e Visconde Jerumenho)
Turmas: 12 (Áreas: 9º regular, CEF Práticas comerciais, Electricidade e LA e 12º Gestão e Design)
Participações: 340

6.3.13

Exercicio

Palavras

Coral – nação – multa – toca – ritual – norma – símio – osso

Texto

A nação australiana é conhecida quer pela sua grande barreira de coral, quer pelas suas excêntricas fauna e flora. Desde os marsupiais – como o canguru, aos símios - como o coala, passando por outros mamíferos – como o ornitorrinco, e acabando nas aves – como a kookaburra, todos estes animais primam pela estranheza. Que pensaria em ter como toca uma bolsa marsupial? Será de osso o bico do ornitorrinco? E o ritual de acasalamento da kookaburra?
Esta excentricidade torna estas espécies muito apetecíveis para o comércio. A maioria está fortemente protegida por uma rigorosa disposição legal, cujo incumprimento das suas normas implicada o pagamento de avultadas multas e até penas de prisão. Mas será o suficiente?

4.3.13


T-TACTIC @ School

Em menos de uma semana, inicio duas formações através de e-learning. Desta feita, a formação é sobre programas de mobilidade juvenil, enquadrada no projeto T-TACTIC @ School e dinamizada pela EuroYouth Portugal.

2.3.13


Exercicio: Omitir a letra S

A Lebre e a Tartaruga
Certo dia, a lebre que era muito convencida, provocou a tartaruga para uma corrida, argumentando que era melhor e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto a lebre não fazia nada.
Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga lá encontraram um lugar de partida e, logo que ouviram o anúncio, partiram. A tartaruga correria o melhor que podia, no entanto, rapidamente foi deixada pela lebre, que percebendo já ter um longo intervalo relativo à tartaruga, decidiu dormir um pouco.
Enquanto a lebre dormia, não percebeu a rápida aproximação da tartaruga à linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga já ia muito perto da linha de chegada. A lebre ainda começou a correr o melhor que pôde, tentando vencer a tartaruga de qualquer maneira. No entanto, não foi capaz.

1.3.13

Em março, homenageamos a leitura e a escrita!


#60 @ 102 em 1002 – Se Maomé não vai à montanha…

Depois de duas inscrições em workshops de escrita criativa que acabaram por não se realizar por número insuficiente de inscrições, optei por arriscar num curso online. No início do ano, a Escrever Escrever passou a disponibilizar algumas das sua oficinas através de plataforma moodle e eu pensei: é desta!
Então, inicio hoje o curso Como orientar oficinas de escrita criativa para crianças e jovens - Módulo A. Porquê este curso e não apenas de escrita criativa? Porque desta forma espero obter mais ferramentas para posteriormente poder realizar este tipo de actividades no meu âmbito profissional. Por outro lado, ao realizar os exercícios propostos, estou igualmente a participar na oficina e a receber um retorno sobre a minha escrita. É claro que os exercícios não são exemplificativos de uma orientação de escrita, mas servirão para percepcionar algumas opções e desmistificar algumas inseguranças pessoais.
A seu tempo, partilharei aqui alguns dos exercícios realizados. Aguardem.