Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois
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31.1.13

Se acha que és capaz de fazer melhor, faz!

É fácil criticarmos o trabalho de alguém, mas quantos de nós consegue fazê-lo? E melhor? Não se concordar com procedimentos adoptados é habitual, ter opiniões diferentes também. Mas isso não implica desrespeito pelo trabalho alheio. Se se chega a esse ponto é porque nos consideramos aptos a fazê-lo. Se o achamos, devemos chegar-nos à frente e dar o corpo às balas. So, shot me baby!

29.1.13


Palavras #417 a 419

munificente - adj. 2 g. Generoso; bizarro; magnânimo; liberal. = MUNÍFICO
crinolina - (francês crinoline) s. f. 1. Tecido feito de crina. 2. Espécie de saia para entufar um vestido. = MERINAQUE, SAIA DE BALÃO.
ovém - s. m.[Marinha] [Marinha] Nome genérico dos calabres que servem de apoio lateral aos mastros do navio.

28.1.13

Palavras #414 a 416

fulvo - adj. Tirante a ruivo, alourado ou alaranjado.
maia - s. f. 1. Antiga festa popular nos primeiros dias de.maio. 2. Criança muito ataviada, que anda pelas estradas pedindo donativos para essa festa. 3. [Figurado] [Figurado] Mulher que se enfeita com mau gosto. 4. Giesta em flor. s. m. 5. Língua dos maias.
tentear - v. tr. 1. Sondar com tenta. 2. Apalpar, tactear.tatear.tatear. 3. Marcar com tentos. 4. [Figurado] [Figurado] Sondar, examinar, observar com cuidado e precaução. 5. Sondar o pensamento de alguém. 6. Calcular, dirigir com tento. 7. Pesar, equilibrar. 8. Dar tento a; prestar atenção a. 9. Experimentar, ensaiar.

27.1.13


palavras #411 a 413

peroração - (latim peroratio, -onis) s. f. 1. Ato ou efeito de perorar. 2. [Retórica] [Retórica] A parte final de um discurso que se pode dividir em anacefaleose e epílogo. 3. Discurso breve.
tarlatana - s. f. Tecido transparente, e geralmente encorpado, para forros.
narguilé - (francês narguilé, do persa narguileh, de narguil, coco)  s. m. Espécie de cachimbo de água, frequente.freqüente.frequente em países orientais e do Norte.norte de África.
 
in Orlando, de Virginia Woolf

26.1.13


Palavras #408 a 410

estulto (latim stultus, -a, -um) adj. s. m. Que não tem bom senso ou discernimento. = NÉSCIO
acicate - s. m.1. Espora sem roseta. 2. [Figurado] [Figurado] Incentivo.
perorar - v. intr. 1. Concluir ou fechar a oração ou discurso. 2. Falar em estilo oratório. 3. [Figurado] Pedir com instância ou eficazmente.
 
in Orlando, de Virginia Woolf

25.1.13


Palavras #405 a 407

 
Calhandra - (grego kálandra, -as) s. f.[Ornitologia] [Ornitologia] Espécie de grande cotovia de bico forte e voo. rasteiro. = CALANDRA
 
cafre - (árabe káfr, ingrato, renegado, infiel, incrédulo, não muçulmano)  adj. 2 g. s. 2 g.
1. Relativo às populações não muçulmanas da África Meridional. s. 2 g. 2. Indivíduo de populações não muçulmanas da África Meridional. 3. [Depreciativo] Pessoa negra. 4. [Depreciativo] Pessoa rude. = BÁRBARO, SELVAGEM s. m. 5. Língua da Cafraria.
 
charamela - |é| s. f. 1. Espécie de clarinete pastoril. 2. [Antigo] [Antigo] Pequena charanga.

24.1.13


Palavras #402 a 404


burel - s. m. 1. Pano grosseiro de lã. 2. Hábito (religioso). 3. [Figurado] [Figurado] Luto.
anuviar - v. tr. e pron. 1. Cobrir de nuvens. 2. [Figurado] [Figurado] Ensombrar, entristecer.
pálio - s. m. 1. Espécie de dossel sustido por varas, debaixo do qual vai o Sacramento nas procissões ou os reis nos cortejos. 2. Insígnia que o papa concede aos arcebispos e a alguns bispos. 3. [Antigo] [Antigo] Capa, manto. receber com pálio: receber com grande pompa.

23.1.13


Palavras #309 a 401

asfódelo - s. m. 1. [Botânica] [Botânica] Género.Gênero de plantas liliáceas, de raiz tuberosa. 2. Abrótea
pérgula - (italiano pergola, do latim pergula, ae, construção saliente, balcão, varanda, latada) s. f. 1. Espécie de ramada para arbustos e trepadeiras. 2. Galeria, balcão ou terraço afastado da parede, com pilares que suportam barrotes que podem ser cobertos por trepadeiras, toldos, etc. Sinónimo Geral: PÉRGOLA
gorjeio - s. m. 1. Garganteio; volata. 2. Canto melodioso formado de notas rápidas. 3. [Figurado] O chilrear das crianças.

22.1.13

O que Diz Molero, Dinis Machado

Esta era uma obre que esperava há anos na prateleira pela sua leitura. Graças ao Clube de Leitura do Museu Ferreira de Castro chegou a sua vez. Conhecida como a obra sintese de Dinis Machado, é possível perceber porquê ao depararmo-nos com a sua narrativa fractal e labiríntica, povoada por personagens pertencentes ao imaginário bairrista lisboeta e a um Portugal pós ditatorial. Esta obra relata-nos o diálogo entre Austin e Deluxe, dois investigadores que analisam o relatório elaborado pelo Molero do título sobre um rapaz cujo nome desconhecemos. Quem é este rapaz e para quem trabalham este investigadores, nunca sabemos. Sabemos apenas que a organização para quem trabalham têm ainda como colabora dores Octupus (com os seus tentáculos) e Mr. Computer (com a sua capacidade de processamento e análise). Já o rapaz, oriundo de um bairro lisboeta, serve como fio condutor de diversos episódios e personagens em que pululam o humor e se destaca a profunda análise sociológica composta por assimetrias e disfuncionalidades.
Escrito num percursor estilo saramaguiano e masculino, os vários episódios podem ser lidos isoladamente e a sua complexidade temática permite inúmeras análises temáticas e filosóficas.

21.1.13

Homens de Negro 3 (2012)

O agente J (W. smith) regressa ao passado para evitar o assassinato do seu parceiro agente K (T. Lee Jones) e assim alterar a história do mundo. Efeitos visuais irrepreensíveis numa história pouco apelativa que vale pela presença de J. Brolin, um digno sucessor de T. Lee Jones.

Título original: Men in Black 3 * Realização:   Barry Sonnenfeld * Argumento: Etan Cohen, Lowell Cunningham * Elenco: Will Smith, Tommy Lee Jones, Josh Brolin e Emma Thompson

20.1.13

Hancock (2008)

Um super herói atípico e amnésico encontra a sua cara metade para descobrir que a proximidade entre ambos anula as suas capacidades sobrenaturais. Bom entretenimento para domingo à tarde com noções básicas de marketing pelo meio.

Realização:  Peter Berg  * Argumento: Vincent Ngo e Vince Gilligan  * Elenco: Will Smith, Charlize Theron e Jason Bateman

19.1.13

The hunger games, Suzanne Collins

Tive conhecimento desta obra pela notícia da sua adaptação ao cinema, com Jennifer Lawrence como protagonista. Pouco depois, uma jovem conhecida, de 13 anos, falava entusiasticamente não só sobre o livro, mas da trilogia de que faz parte, que já tinha lido, quer em português, quer em inglês. Somando a estes dois factores, percebi que esta trilogia estava incluída nalgumas listagens dos livros mais lidos/vendidos em 2012, o que aguçou a minha curiosidade.The Hunger Games (THG) relata-nos a história de Katniss Everdeen, uma jovem de 16 anos que reside na nação pós-apocaliptica de Panem, numa parte dos outrora Estados Unidos. Nesta nação futura estão prestes a realizar-se os 74º Jogos da Fome, uma competição televisiva anual em que 24 jovens, oriundos dos 12 distritos que compõem Panem, são obrigados a lutar, em condições extremas controladas pelos criadores dos jogos, até à morte, até restar apenas um vencedor. Para proteger a irmã do sorteio desta competição mortal, Katniss voluntaria-se e enceta uma experiência única.
THG são um típico exemplo de literatura YA: protagonistas adolescentes, temáticas adultas (condições extremas, limites da humanidade, mediatismo e valores mediáticos), relacionamentos, identidade, sexualidade e estatuto social. Mas ao colocar os seus protagonistas numa sociedade distópica futura , Suzanne Collins constrói o cenário ideal para abordar e explorar estas temáticas e apelar a uma identificação com as personagens.
Todas as jovens querem ter a tempera de Katniss (eu quero),têm as suas dúvidas sobre os seus papeis familiares (quantos dos nossos jovens não assumem hoje outros papeis que os de filhos) e no amor (Peta ou Gale?). mas colocar a sua heroína em condições extremas, coloca também os leitores noutro patamar de desafio e de reflexão.
Tendo a minha última leitura sido Se Isto é um Homem, o relato verídico de Primo Levi sobre a sua experiência como prisioneiro em Auschwitz, foi-me impossível não estabelecer algumas pontes entre dois trabalhos tão diferentes. Uma das pontes é a descrição do efeito da fome, da sua evolução e da sua gestão e questiono-me até se a autora terá lido esta obra. Outra ligação é a descrição de uma organização totalitária, com os seus centros decisores, os seus métodos de controlo pela indução de medo e castigo, entre os quais a utilização do 4º poder como forma de indução de valores e controlo do pensamento (não muito diferente dos valores romanos de pão e circo, mas sem pão).
Este livro foi uma agradável surpresa, que pela rapidez de leitura devido à sua linguagem clara, como pelos próprios temas de pano de fundo, e estou curiosa por ler os restantes volumes da trilogia.

18.1.13


Chovem Almôndegas (2009)

Animação alegórica sobre o consumo exagerado de junk food e a aceitação do estranho/diferente, rejeitando modelos massificadores de como o individuo de devem comportar ou a que aspecto deve corresponder.

Título original: Cloudy with a Chance of Meatballs * Realização e Argumento: Phil Lord e Chris Miller * Elenco (VO): Anna Faris, Bill Hader e Bruce Campbell

17.1.13


Escândalo


Scandal (2012) PosterA mais recente criação televisiva de Shonda rhimes, autora de A Anatomia de Grey, dá pelo nome de Escândalo e tem a sua acção situada nos bastidores da Casa Branca. Tendo como fio condutor a actuação de uma empresa especializada em gestão de crises, liderada pela enigmática Olívia Pope, ex-diretora de comunicação (e amante) do actual presidente dos E.U.A., a série analisa os bastidores do poder e passa em revista os grandes escândalos da politica América dos últimos anos: Mónica Lewinski, fraude eleitoral, presença militar no médio oriente, estratégias mediáticas, entre outras.
Muito elucidativa!

16.1.13


Foreign literary marketing


Em termos de marketing editorial, a categorização de obras é uma ferramenta essencial pois permite aos públicos uma rápida identificação sobre obras na sua potencial área de interesse. Usualmente, as categorizações são internacionais e têm termos próprios nas várias línguas. Mas em português é muito usual a utilização das expressões: best seller, thriller, young adult. E porque não utlizar portugueses: o mais vendido, suspense, adulto jovem. Pois, nem sempre os termos nacionais são tão apelativos ou encerram numa só palavra um único conceito ( o eterno dilema da tradução). Mas existem sempre os correspondentes adequados? Recentemente, aprofundei os meus conhecimentos sobre a chamada literatura YA, destinada a adultos jovens (tradução literal de Young Adult), mas se a expressão é adequada (sim, penso que sim), será que é apelativa ao público a que se destina?

15.1.13


Se toda a literatura começa por uma morte, porque morte devo começar? Talvez a minha. Afinal, ainda agora ocorreu e restam-me breves segundos de inevitável lucidez. Sim, começarei pela vida que levou à minha morte.
Mary Jane Ansell

14.1.13


De tudo o que quero ou sinto necessidade de mudar em mim, ao que me devo dedicar primeiro? Ao mais simples, ao mais complexo, ao mais aterrador, ao mais óbvio? Como ou por onde encetar a mudança?

13.1.13

Ah, isto é o preço de uns ténis!


Sarah Illenberger
Nas minhas atividades nas escolas, uma das dinâmicas que utilizo é dar aos jovens uma cópia de uma nota de euro e pedir que escrevem nela uma qualidade e um defeito. O objetivo é que reflitam nas suas mais valias como futuros empregados e também como podem desenvolver estratégias para ultrapassar alguns dos seus defeitos.
Recentemente, ao entregar aleatoriamente uma cópia de uma nota de 100€, o comentário foi:
- ah, mas isto é o preço de uns ténis!
A minha resposta foi:
- ainda bem. Infelizmente, para muitas famílias, isso equivale a 2 ou 3 semanas de alimentação.
Claro que cada família gere os seus rendimentos da forma que melhor lhe aprouver e poderá até dispor desse valor para uns ténis. Mas será que os jovens têm a noção do que compra 100€ ou do que isso representa num salário mensal na maioria dos lares? Ou quais são as prioridades com que estes jovens são confrontados nos seus lares?
Não é que não gostasse de poder despender desse valor na aquisição de certos produtos, e já fiz os meus excessos, mas creio que a única vez que gastei esse valor numa única peça de roupa foi num blusão de inverno há mais de 10 anos e que ainda hoje tenho.

12.1.13

Literatura YA


YA são as iniciais da expressão anglo-saxónica Young Adult que designa a literatura direccionada a um público maioritariamente entre os 14 e os 21 anos. No entanto, há teóricos que aumentam esta tutela para os 15 e os 29 anos, incluindo a faixa etária entre os 21 e os 29, que apelidam de Kidadult, ou seja, adultos com hábitos/comportamentos jovens.
E o que carateriza este género? Além dos personagens serem maioritariamente adolescentes, estes são confrontados com situações normalmente associadas ao desafio do crescimento: identidade, sexualidade, depressão, suicídio, abuso de drogas, relacionamentos familiares e amorosos, estatuto social bullying, entre outros. Em termos de estilo, predominam o humor, a actualidade, diálogos, gíria e linguagem clara.
Em Portugal, temos como caraterização habitual a literatura infanto-juvenil, que, como é óbvio, não será apelativa a jovens a partir de uma certa idade. Mas qual o correspondente adequado?

11.1.13

Em Portugal, já não há racismo!


Como já aqui tenho referido, no âmbito de visitas a escolas vou tendo contacto com turmas de Cursos de Educação e Formação, vulgo CEFs. Normalmente, não são turmas fáceis, pois reúnem alguns dos alunos mais problemáticos, quer em termos de comportamento, quer em termos de capacidades de aprendizagem.
Numa ocasião recente, fruto de um comportamento abusivo e da consequente repreensão, houve a já habitual resposta de um aluno:
- isso é racismo, professora!
E, apesar de compreender o intuito da resposta da professora, esta surpreendeu-me:
- Já lhe disse que em Portugal, já não há racismo!
O intuito foi não vincular a situação a qualquer atitude racista (o que é verdade), mas a resposta acabou por soar ofensiva (porque, apesar de mais velado, continua a haver racismo, aqui e noutros lados do mundo).
Constitucionalmente, é proibida qualquer forma de racismo. Mas entre a legislação e as atitudes e comportamentos dos cidadãos, que desconhecem a própria legislação que os rege, existem ainda uma grande diferença. E muitos jovens e adultos sentem diariamente as consequências de nascerem com cores de pele diferentes. E como o sentem, só pode ser ofensivo ouvir uma afirmação destas (tal como o foi para mim).
Esta resposta provocou uma indignação por parte do jovem e uma maior tensão. Procurei alivia-la sem desmentir a professora, mas também concordando com o jovem:
- idealmente, não deveria haver, mas infelizmente a vida é marcada por muitas injustiças. Cabe a nós tentar perceber porque é que ocorrem e também agir para as corrigir. E sobretudo não perpetuarmos comportamentos e atitudes também eles incorrectos.
Não sei se dei a melhor resposta, mas creio que não fui nem ofensiva, nem falhei à verdade. Embora não satisfeito, o jovem acalmou, o que era um dos meus objetivos.

10.1.13

Was Bach brazilian?, Por uns e por outros

Algures na Alemanha dividida, por altura das comemorações no nascimento de Bach, um padre contacta um detetive privado para atravessar o muro e procurar encontrar partituras perdidas de autoria atribuída a Bach. Isso leva-nos a uma rocambolesca viagem no tempo e com uma premissa sui generis: Sebastião Ribeiro nasceu em Portugal e foi numa estada no Brasil durante a sua infância que adquiriu e desenvolveu muitos dos seus conhecimentos musicais. Esta paródia à vida de Bach, composta por vários autores que dão pelo nome Por uns e por outros, é no fundo uma divertida homenagem à criatividade artística, às várias influências musicais oriundas no nosso pais irmão, bem como aos seus inúmeros artistas anónimos.

BCID: 844-11640751, deixado na Casa da Juventude, na Tapada das Mercês

9.1.13

101 em 1001 – Conclusão

Pois é, e assim se passaram 1001 dias.

Balanço quantitativo:
Nº objetivos – 140 (101+39)
Realizados: 31 (24+7)

Balanço qualitativo:
1. ao aceitar este desafio, deparei-me com a incapacidade de definir esta quantidade de objetivos. Para ultrapassar esta situação, aproveitei várias das sugestões da Li@. Mas como estes não eram na verdade desejos meus, mesmo sem os alterar, acabei por não me dedicar à sua concretização.
2. Este desafio ajudou-me a perceber as minhas áreas prioritárias de desenvolvimento , que me ajudarão também a definir o próximo ciclo de desafios a iniciar no próximo dia 01 de Fevereiro. Essas áreas são: pessoal, profissional, escotista e cultural.

Descrição dos objetivos e ponto de situação:
1. organizar todos os ficheiros do meu computador / pens e fazer devidos backups (Maio 2010)
2. digitalizar a Do Papel (Jul. 2012)
3. ir a um SPA
4. chegar a técnica superior
5. tirar um curso de línguas (espanhol, alemão, árabe, ...)
6. Fazer uma tatuagem.
7. escrever um livro
8. fazer desporto regularmente (caminhadas)
9. fazer um curso de fotografia
10. manter a sanidade
11. concluir um mestrado
12. fazer uma viagem surpresa
13. ir a um motel
14. organizar todas as minhas fotografias no computador e em CDs
15. manter os 60 e pouco quilos (a manter)
16. passar a pasta da administração do condomínio (Out. 2010)
17. normalizar as finanças
18. normalizar a ss
19. ler 12 clássicos (1.Bíblia, 2.Ulisses, 3.D.Quixote, 4.Os Maias, 5.Os Lusíadas, 6.1001 Noites, 7.Tora, 8.Corão, 9.A ìliada, 10.A Eneida, 11. ..., 12. ...)
20. escrever uma carta de amor, tola como todas as cartas de amor
21. experimentar cozinhas internacionais (japonês, ...)
22. aprender os passos de tango e de salsa / danças de salão
23. comprar um artigo numa sexshop
24. conseguir um trabalho em que me sinta realizada (2012)
25. aprender a jogar poker
26. aprender a fazer um nó de gravata
27. fazer um curso de mergulho
28. conhecer uma das 7 maravilhas modernas
29. participar num protesto
30. ser mais humilde
31. tomar um banho de imersão, com direito a velas e óleos aromáticos
32. dar aulas ou formação (TCE - Jan 2011, Dez 2011, ST - Nov. 2012/... 2013)
33. entrar nos 35 tranquila (Maio 2011)
34. aprender a fazer a palpação da mama
35. nadar com golfinhos
36. tomar uma decisão importante
37. aprender a fazer risoto
38. Ir ao museu Berardo
39. marcar consulta no dentista
40. fazer a minha viagem de sonho (Austrália/ Expresso do Oriente /Matchu Pitchu / Monte Roraima)
41. sorrir todos os dias
42. ver o Sunset Boulevard.
43. ver o Citizen Kane.
44. Conhecer o Convento de Cristo.
45. Conhecer o Castelo de Almorol.
46. Andar de TGV.
47. Andar de patins.
48. Comprar lingerie vermelha. (Dezembro 2010)
49. Ver pegadas de dinossauro. (Agosto 2011)
50. Ter coragem para seguir alguns sonhos.
51. Deixar de roer as unhas. (estratégias: unhas de gel; vernizes)
52. Raptar alguém, devidamente raptado.
53. Fumar uma ganza.
54. Andar de mão dada sob as estrelas.
55. acabar esta lista… (Setembro 2011)
56. travessia de comboio sobre o tejo.
57. Comprar um par de sapatos vermelhos (Ago. 2012)
58. Fazer a cirurgia de correcção à miopia.
59. Ir a um festival de cinema.
60. six pack abs
61. frequentar um workshop de escrita criativa (Jan. 2011-...)
62. ir à Cinemateca (Jul. 2012)
63. conhecer mais do nosso pais (alpiarça Jun. 2011, Benavente Fev. 2012, Santiago do Cacém Jun. 2012, Santarém Dez. 2012)
64. religar-me às amizades que, não tendo saído do coração, sairam do contacto
65. mudar de penteado (Abril 2011)
66. fazer um cruzeiro no Mediterrâneo
67. elaborar um manual de Técnicas de Comunicação Escrita
68. acabar de ler, pelo menos, metade dos livros pendurados (Nov. 2011: 19, Dez. 2012: 22)
69. deixar de escarafunchar as borbulhas
70. ler a obra de Richard Zimler editada em Portugal (A Sétima Porta - Fev. 2011, Ilha Teresa - Jun. 2012)
71. ler os títulos disponíveis em Portugal dos concorrentes da Copa de Literatura Brasileira (Rakushisha - Maio 2011, A Margem Imóvel do Rio - Agosto 2011, ...)
72. aprender a tocar viola
73. visitar o MUDE (Agosto 2011)
74. visitar o Museu NAcional de Etnologia
75. trocar um vício por um novo hábito
76. fazer rappel
77. fazer canoagem
78. consultar uma cartomante
79. ir a Fátima a pé
80. andar a cavalo
81. ir ao Planetário
82. visitar o Museu do Fado
83. atingir 100 seguidores no blog (Dezembro 2011:55; Abril 2012: 60; Dez. 2012: 66)
84. visitar a Bedeteca
85. Fazer Formação de Formadores (Maio 2011)
86. comprar um mapa mundi para por na parede (Dez. 2011)
87. escrever uma carta para mim, para abrir daqui a 1 ano (Novembro 2011)
88. fazer uma lista com 100 coisas que me fazem feliz (Novembro 2011)
89. fazer um picnic (Agosto 2011)
90. integrar um clube de leitura (Junho 2011)
91. conhecer o Convento dos Capuchos (MArço 2012)
92. conhecer o palácio e os jardins de Monserrate (Fev. 2012)
93. conhecer o Castelo dos Mouros
94. conhecer o Museu de Odrinhas
95. andar no elétrico de Sintra (Setembro 2011)
96. beber um copo de chuva
97. visitar a Casa das Histórias (Oeiras)
98. encher uma embalagem de balões e deita-los pela janela
99. visitar a Casa da Escrita (Coimbra)
100. adquirir um portátil/notebook
101. fazer uma caminhada superior a 20 km (Novembro 2011 - Serra das Minas > Cabo da Roca)

E porque não mais uns quantos? (Novembro 2011)

102. andar no Elevador de St.ª Justa
103. visitar o Museu Arqueológico do Carmo (Dez. 2011)
104. fazer um ensaio fotográfico sensual
105. visitar a Casa dos Bicos (Fundação saramago)
106. ler um livro em espanhol (Dez. 2012: Abierto toda la noche, David Trueba)
107. ler um livro em italiano
108. visitar o Museu da Presidência (Fev. 2012)
109. ir ao Hard Rock Café LX
110. adquirir uma máquina fotográfica / telemóvel
111. fazer uma caminhada com mais de 30 kms
112. adquirir um GPS para Geocaching
113. adquirir um conta-quilómetros
114. percorrer 200 kms em caminhadas em 2012 (Jun. 2012)
115. ir ao Fantasporto
116. visitar o Museu da Cidade de Lisboa (Campo Grande)
117. visitar a Torre de Belém
118. visitar o Palácio NAcional da Ajuda
119. visitar a Basílica da Estrela
120. visitar o Panteão NAcional (Santa Engrácia)
121. visitar o Centro Cultural Casapiano (Belém) (Fev. 2012)
122. visitar a Culturgest (Campo Pequeno)
123. visitar a Fundação Ricardo Espírito Santo (Portas do Sol)
124. visitar o Museu da Música (Alto dos Moinhos)
125. visitar o Museu dos Coches (Fev. 2012)
126. visitar o Museu NAcional do Azulejo (Madre Deus)
127. visitar o Museu Rafael Bordalo Pinheiro (Campo Grande)
128. visitar o Museu do Chiado
129.
130. ir ao Hot Club (Praça da Alegria)
131. adquirir um livro sobre cogumelos
132. adquirir um livro sobre plantas
133. queimar um livro
134. ir às Berlengas
135. ler Dickens (Nov. 2012: O Cântico de Natal)
136. ir ao Correntes d'Escrita (Póvoa do Varzim)
137. apaixonar-me
138. concretizar o projeto de mestrado
139. ver a filmografia de Michael Fassbender
140. desenvolver um conjunto de 10 contos até Dezembro de 2012

8.1.13

Bibliotecas Escolares: EB 2.3 Ruy Belo

Hoje, tive a oportunidade de visitar a biblioteca da EB 2.3 Ruy Belo, em Monte Abraão. Deu-me vontade de volta à escola ou, melhor, a esta biblioteca: organizada, bem equipada e com a preocupação em ser um espaço dinâmico e atraente.

5.1.13

A Mulher de Negro (2012)


Daniel Radcliffe (DR) será sempre associado à personagem Harry Potter, a que deu vida ao longo de 10 anos e 8 filmes. Finda esta saga, o maior desafio que se impunha era demarcar-se da sua imagem de jovem feiticeiro de óculos. Embora no teatro já tivesse apresentado outros registos, como Equus, este filme de 2012, em que muda de registo, constituiu uma boa aposta.
Em A Mulher de Negro, DR interpreta um jovem viúvo e advogado que tem de se deslocar a uma vila do litoral inglês para proceder a uma execução testamentária e à consequente venda de uma velha mansão. Ao chegar, não é bemvindo e cedo começa a perceber que quer mansão, quer vila são assombrados pelo fantasma de uma mulher que se crê matar todas as crianças da vila. Para salvar a vida do seu filho, que o irá visitar, tenta perceber o porquê da assombração para enfrentá-la e assim terminar a maldição.

Título original: The Woman in Black * Realização: James Watkins * Argumento: Susan Hill (romance) e Jane Goldman * Elenco: Daniel Radcliffe, Janet McTeer e Ciarán Hinds

2.1.13

A Idade do Gelo 4: Deriva Continental (2012)


Mais uma vez, Scratchy e a sua boloto-idiolatria dão o pontapé de partida para uma nova aventura do bando de amigos Manny - o Mamute, Sid – a preguiça e Diego – o tigre dentes de sabre mensagem os valores familiares e uma piscadela de olho aos Piratas das Caraíbas. Como sempre, uma boa oportunidade de gargalhar.

Título original: Ice Age: Continental Drift * Realização: Steve Martino, Mike Thurmeier * Argumento: Michael Berg (screenplay), Jason Fuchs * Elenco: Ray Romano, Denis Leary and John Leguizamo