11.2.13
10.2.13
Orlando, Virginia Woolf
Orlando é a biografia ficcional de um lorde inglês imortal de longa linhagem que um dia, numa estada na Turquia, acorda mulher. Esta história é inspirada na vida de Vita Sackville-West, amiga e amante de Virginia Woolf, reputada autora da época, conhecida igualmente pelo seu casamento liberal e várias ligações bissexuais. São retratados vários momentos e episódios da sua vida, nesta obra que toca vários temas: a criação artística, sobretudo literária, bem como a sua crítica e diversas estéticas, o papel da mulher na sociedade (os seus direitos de herança, casamento, maternidade, comportamento), a evolução da sociedade inglesa durante cerca de 350 anos, a identidade e tradição, entre outros.
Leitura interessante desta personagem contraditória, mas fascinante.
9.2.13
O flagelo do desemprego
Infelizmente, sou
regularmente confrontada com a notícia da situação desemprego de pessoas que
conheço e que considero capazes, com conhecimentos, empenhadas, motivadas e
cumpridoras. Tudo o que a nova vaga de conselhos sobre empregabilidade apregoa,
fazendo a apologia da criatividade e da proatividade. Uma vez que vejo estas
pessoas ou em situação precária ou a ponderar, e mais do que isso, a emigração.
Então o que querem realmente os empregadores?
8.2.13
Sobre a assertividade
Em termos de
capacidades comunicativas, o objectivo maior é atingir-se o nível da
assertividade. Apesar de já me considerar mais próxima desse nível, considero
que ainda me situo ao nível do passivo-agressivo. No entanto, também é minha
percepção que a assertividade ainda não é uma postura culturalmente aceite. Ainda
faz parte dos nossos hábitos culturais não falar dos elefantes no meio da sala
com medo de algum tipo de represália. Para uma cultura de assertividade é
necessário igualmente desenvolver a receptividade da mensagem. Um receptor
assertivo é um receptor com capacidade de encaixe.
7.2.13
Sintra (In)Forma 2013
Entidades expositoras: 29
Escolas Visitantes: 12
Nº
Alunos: 1275
Nº
Professores/Psicólogos: 113
Nº
total: 1388
6.2.13
Do Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude
No âmbito da nova
Estrutura Nuclear da Câmara Municipal
de Sintra, a área da juventude ficou adestrita ao novo Departamento de
Educação, Cultura, Desporto e Juventude, que congrega os antigos Departamento
de Educação e Departamento de Cultura, turismo, Juventude e Desporto.
Compete ao novo Departamento de Educação dirigir as actividades ligadas às
questões da educação, no âmbito das atribuições do Município,
que não estiverem expressamente cometidas à EDUCA, EEM, nos termos dos respetivos estatutos, bem como dirigir as atividades ligadas à cultura, à juventude e ao desporto.
No domínio da cultura, desporto e juventude, compete: a) Superintender nas atividades de promoção cultural, desportiva e de juventude, desenvolvidas pelo Município e apoiar as actividades prosseguidas por outras entidades, sendo este o único parágrafo suficientemente lato para abranger a área da juventude, que só torna a ser mencionada na alínea f) f) Promover a edição de publicações de interesse relevante, relativas às áreas da cultura, do desporto e da juventude. De resto, é mencionado a gestão de equipamentos coletivos de cultura, lazer e desporto e o movimento associativo, em geral.
Dada a pouca expressão da juventude no novo corpus normativo camarário, porquê insistir na continuidade desta nomenclatura, que no fundo se resume a duas menções? Se a nova estrutura reflecte as actuais necessidades de contingência e de focos de interesse e prioridades de acção, porque não assumir a omissão da juventude?
que não estiverem expressamente cometidas à EDUCA, EEM, nos termos dos respetivos estatutos, bem como dirigir as atividades ligadas à cultura, à juventude e ao desporto.
No domínio da cultura, desporto e juventude, compete: a) Superintender nas atividades de promoção cultural, desportiva e de juventude, desenvolvidas pelo Município e apoiar as actividades prosseguidas por outras entidades, sendo este o único parágrafo suficientemente lato para abranger a área da juventude, que só torna a ser mencionada na alínea f) f) Promover a edição de publicações de interesse relevante, relativas às áreas da cultura, do desporto e da juventude. De resto, é mencionado a gestão de equipamentos coletivos de cultura, lazer e desporto e o movimento associativo, em geral.
Dada a pouca expressão da juventude no novo corpus normativo camarário, porquê insistir na continuidade desta nomenclatura, que no fundo se resume a duas menções? Se a nova estrutura reflecte as actuais necessidades de contingência e de focos de interesse e prioridades de acção, porque não assumir a omissão da juventude?
5.2.13
Estrutura Nuclear da Câmara Municipal de Sintra
No passado dia
18 de janeiro foi publicado em Diário da República o despacho 1199/201, no qual
se apresenta a nova Estrutura Nuclear da Câmara Municipal de Sintra. Tendo como
objectivo o cumprimento dos limites máximos ao provimento dos cargos
dirigentes que resultam da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto, a nova estrutura
procura ainda facilitar a inovação, a simplificação, a modernização, a partilha
de recursos, a cooperação e articulação institucionais, essenciais para que, à escassez
de recursos não corresponda menor qualidade e eficácia na ação municipal. Deste modo, a nova estutura camarária é a
seguinte:
1 — Direção Municipal Administrativa e de Polícia Municipal, aqual integra:
1.1 — Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos;
1.2 — Departamento de Polícia Municipal;
2 — Direção Municipal de Planeamento e Urbanismo, a qual integra:
2.1 — Departamento de Urbanismo, Planeamento e Desenvolvimento Estratégico;
3 — Departamento de Ambiente, Serviços e Gestão Urbana;
4 — Departamento de Obras Municipais;
5 — Gabinete Municipal de Apoio ao Munícipe e Auditoria;
6 — Departamento de Recursos Humanos
7 — Departamento de Administração Financeira e Patrimonial;
8 — Departamento de Ação Social e Habitação;
9 — Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude.
1 — Direção Municipal Administrativa e de Polícia Municipal, aqual integra:
1.1 — Departamento de Assuntos Jurídicos e Administrativos;
1.2 — Departamento de Polícia Municipal;
2 — Direção Municipal de Planeamento e Urbanismo, a qual integra:
2.1 — Departamento de Urbanismo, Planeamento e Desenvolvimento Estratégico;
3 — Departamento de Ambiente, Serviços e Gestão Urbana;
4 — Departamento de Obras Municipais;
5 — Gabinete Municipal de Apoio ao Munícipe e Auditoria;
6 — Departamento de Recursos Humanos
7 — Departamento de Administração Financeira e Patrimonial;
8 — Departamento de Ação Social e Habitação;
9 — Departamento de Educação, Cultura, Desporto e Juventude.
Em
breve, farei uma análise sumária à posição da área da juventude nesta nova
orgânica.
4.2.13
Anabaptismo
| Cristo terá sido baptizado em adulto por João Baptista (dai a origem do termo) |
3.2.13
Ordem da Jarreteira
A Mais
Nobre Ordem da Jarreteira, também conhecida como Ordem da Jarreteira,
é a mais antiga ordem da Inglaterra
e do sistema de honras britânico. A sua
tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês:
Order of the Garter) tal como em português tem
o mesmo significado. Só assim se explica que esta ordem
militar, criada por Eduardo III de Inglaterra com o espírito
medieval de então e baseada nos nobres ideais da demanda ao santo Graal e da corte
do Rei Artur,
seja vista como a mais importante comenda do sistema honorífico do Reino Unido,
desde essa altura até aos dias de hoje. Fundada em 1348, com a dedicação
da imagem e das armas a São Jorge, patrono da Inglaterra (embora existam registros de nomeações à ordem
em 1344), supõe-se
que tenha sido criada para destacar os esforços do reino e aliados, nos quais
se destacam nobres e reis portugueses, para conquistar a Terra Santa
e um «Império Cristão» nas subsequentes cruzadas, numa
época de ouro para os cavaleiros, a nobreza das guerras.
O emblema da ordem, retratado na insígnia, é uma jarreteira com o motto Honni soit qui mal y pense (francês antigo: "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", ou "Maldito seja quem pense mal disto!”) em letras douradas. Os membros da ordem recebem algo como uma liga nas ocasiões cerimoniais.
A Ordem da Jarreteira, cuja tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês Order of the Garter) em Portugal era primitivamente chamada Ordem da Garrotea que significava "Ordem do Laço."
O equivoco, que fez distanciar do seu nome original que traduzia uma estreita "liga entre homens" ou um apertado "enlace entre homens", através de um sério acordo entre pares nobres e amigos, trocado por uma ordinária liga para segurar as meias, advém de uma fantasiosa história, que está associada à criação desta Ordem, possivelmente com a pretensão de denegri-la e aos movimentos ou pessoas que a defendiam e aos seus ideais cavalheiresca.
Essa lenda conta que
Eduardo III estava dançando com a Condessa de Salisbury
numa grande festa da corte, quando esta deixou cair a sua jarreteira.
Ao apanhá-la do chão e amarrá-la de volta à sua perna, o rei reparou que os
presentes os fitavam com sorrisos e murmúrios. Irado, exclamou: «Honni soit qui mal y pense»
("envergonhe-se quem nisto vê malícia"), frase que se tornou o lema
da ordem.;
disse ele ainda que tornaria aquela pequena jarreteira azul tão gloriosa que
todos a haveriam de desejar.
Sendo esta história verdadeira ou não, a Ordem da Jarreteira foi, de fato,
criada por Eduardo III, o seu símbolo é uma jarreteira azul escuro, de rebordo
dourado, em que aparecem inscritas, em francês,
as palavras ditas pelo rei. Mas a verdade é que o seu símbolo era um cinto e
que, depois de o sabermos, ainda o vemos lá.
O emblema da ordem, retratado na insígnia, é uma jarreteira com o motto Honni soit qui mal y pense (francês antigo: "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", ou "Maldito seja quem pense mal disto!”) em letras douradas. Os membros da ordem recebem algo como uma liga nas ocasiões cerimoniais.
| Escoteiro da Tribo de Exploradores do Grupo 211 a receber as suas jarreteiras |
A Ordem da Jarreteira, cuja tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês Order of the Garter) em Portugal era primitivamente chamada Ordem da Garrotea que significava "Ordem do Laço."
O equivoco, que fez distanciar do seu nome original que traduzia uma estreita "liga entre homens" ou um apertado "enlace entre homens", através de um sério acordo entre pares nobres e amigos, trocado por uma ordinária liga para segurar as meias, advém de uma fantasiosa história, que está associada à criação desta Ordem, possivelmente com a pretensão de denegri-la e aos movimentos ou pessoas que a defendiam e aos seus ideais cavalheiresca.
| Jarreteira branca: Dirigentes da AEP |
In wikipedia.org
2.2.13
O “descaso”da juventude

No concelho,
existem 92 associações e/ou clubes desportivos e 26 associações juvenis, das
quais a maioria são grupos e agrupamentos escotistas. Do apoio financeiro
prestado ao associativismo juvenil e desportivo em 2012, de um total de
861.450€, apenas 31.500€ foram direccionados para o associativo juvenil, sendo
que, em termos de actividades, não há qualquer verba afectada a esta área.
Estes são
números públicos. Que conclusões se podem aferir? Para mim é notória a falta de
interesse e empenho político nesta área, à qual são atribuídas uma migalha de
verba, embora para as associações e grupos em causa seja um valor sempre
bemvindo. Mas e o resto? E a aposta em fazer algo notório e válido nesta área,
em reagrupar recursos humanos com capacidade e com motivação, em definir uma
linha orientadora e estratégica?
Será que o
próximo período eleitoral trará essas mudanças? A ver vamos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











