Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois
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8.2.10

Die hard IV

O 4º episódio da saga Die Hard é um bom exercício de entretenimento, mas apenas isso. A fórmula funciona, mas já sem qualquer surpresa. Recomenda-se para tarde de domingo chuvosa e sem qualquer vontade de puxar pela cabeça.

5.2.10

O sexo e a cidade


Durante 10 anos, a série acompanhou as (des)venturas de 4 mulheres com personalidades e perspectivas sobre o amor diferentes. Além de da reflexão sobre relações, a série era um guia de estilo e moda. O filme em nada muda essas premissas.
A diferença? Apenas a mudança de formato, que não se ressente ao aumento de tempo, parecendo um episódio especial. O enredo é sequencial à última série e as personagens coerentes.

2.2.10

sabedorias

Na vida não se deveria cometer duas vezes o mesmo erro: 
há bastante por onde escolher.
Bertrand Russel

1.2.10

Eragon



Nunca fui leitora de literatura fantástica, mas gosto muito de ver as suas adaptações cinematográficas, por considerar que, com actual tecnologia, são o veículo privilegiado a este género.
Eragon recupera o imaginário medieval e a mitologia dos dragões, misturadas em doses proporcionais com temas como coragem, liberdade, justiça, sacrifício e esperança.
Adequado a uma tarde de fim-de-semana.

30.1.10

The serial killer, João Melo

Em tempos de crise, o homens descobrem as suas três vocações realmente essenciais: rezar, roubar e fornicar.

De quando em quando lemos livros que gostaríamos de ter escrito. Foi o que aconteceu com os contos risíveis que compõem este volume. Adoraria ter a perspicácia de o escrever.

26.1.10

há certos corpos,
certas fragilidades,
que te trazem à memória.
lágrimas que afloram,
ameaçam irromper,
pela falta que me fazes.

23.1.10

Diálogo conventual

- foi tão estranho.
- estranho mau ou estranho bom?
- estranho bom, mas estranho, sabes… foi inesperado.
- inesperado porquê? Não estás com ninguém, ele também não, dão-se bem. acho perfeitamente normal.
- racionalmente sim, mas… estou tão habituada a vê-lo como amigo, que está a ser difícil desformatar-me.
- mas é óptimo que sejam amigos, já se conhecem, compreendem-se.
- sim, isso é tudo verdade. Gosto de estar com ele, da conversa, do carácter. mas nunca o vi, digamos, como homem.
- mas ele até é bastante atraente.
- sim, mas desde que nos conhecemos houve sempre alguém de qualquer das partes. Ele com a Júlia, eu como Pedro e depois com o Miguel. Então nunca pensei nele como homem, mas sempre como o amigo, parte do casal amigo. Nunca foi só o homem atraente, percebes?
- percebo. mas ele e a Júlia já terminaram há bastante, tu e o Miguel também já há uns meses e acho que vocês fazem um bom par. É muito fácil imaginar-vos junto, agora e no futuro.
- do género: é o tal?
- sim, bem, pelo menos de fora, sim. Que dentro do convento, só quem lá está dentro. Mas não estás com vontade de conhecer o convento sequer?
- ahahah. Claro que tenho curiosidade, mas acho que os meus pensamentos são mais pecaminosos do que virtuosos.
- e até parece que nos conventos não, eheheh.

22.1.10

Auto-retrato, João Melo




Este foi o meu primeiro contacto com a escrita deste autor angolano.
O que mais me surpreendeu foi em certos momentos a sua poesia me recordar Miguel Torga, sobretudo quando explora temas como o ofício da poesia, o transcendente e a força telúrica. Mas nas suas páginas encontramos igualmente a viagem e o espaço lusófono, o feminino, a sensualidade e a sexualidade, como é apanágio da grande maioria dos autores lusófonos.

21.1.10

5 para a ½ noite

não é um programa que veja diariamente, mas, consoante o apresentador e os convidados, acabo por ver uma ou duas vezes por semana.
Esta 4ª, o convidado de Nilton foi o actor e modelo José Fidalgo. Conheço algumas das suas prestações televisivas, mas nunca tinha lido ou visto qualquer entrevista sua. Apreciei bastante a sua lucidez e noção crítica sobre o meio de trabalho, bem como a sua pequenas demonstração de versatilidade. Vou ter mais curiosidade em seguir a sua carreira.