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| Mário, Paulo, Inês, João, Moi, Pedro Raquel, Carmen, Andreia |
2.7.12
Santiago do Cacém
1.7.12
29.6.12
27.6.12
Não há verdadeiro livre arbítrio. Há inconformistas, pessoas que vivem para lá dos padrões existente e que, eventualmente, os transformam de criam novos padrões. O fatalismo e o determinismo existem e perduram porque não ousamos ser indivíduos, somos massas. Quantos de nós deseja realmente ser um individuo, único na verdadeira acepção da palavra?
Vivemos num mundo que só sabe aceitar a igualdade e promove-a, mas não consegue lidar com a diferença. Ousar ser diferente é uma pedrada no charco e exige perseverança e espírito de sacrifício. Mas o sacrifício não faz parte dos valores da sociedade actual, que vive do imediatismo, do facilitismo, da velocidade e não sabe lidar com os seus contrários.
Vivemos num mundo que só sabe aceitar a igualdade e promove-a, mas não consegue lidar com a diferença. Ousar ser diferente é uma pedrada no charco e exige perseverança e espírito de sacrifício. Mas o sacrifício não faz parte dos valores da sociedade actual, que vive do imediatismo, do facilitismo, da velocidade e não sabe lidar com os seus contrários.
26.6.12
A falar é que a gente se entende
Há pessoas com as quais sinto que se ergueu um muro e que não consigo fazer um buraco para atravessa-lo. Será pelo outro lado tapar ou disfarçar o buraco ou porque me falham as forças para o fazer? Será que conseguiria reunir mais forças se sentisse vontade semelhante do outro lado? Talvez o que me canse é sentir que só eu quero faze-lo e que depende de mim não só fazê-lo, alarga-lo e derruba-lo. Será que estou a ler a situação mal? Sentir-se-á o outro lado também assim? Quase impotente? Acredito que sim, mas o que nos fará ultrapassar este medo, este orgulho, este preconceito, este torpor?
25.6.12
Ilha Teresa, Richard Zimler
Esta é a minha 4ª incursão pela escrita deste que é um dos meus autores favoritos. As minhas leituras anteriores foram Goa ou o Guardião da Aurora, À Procura de Sana e A Sétima Porta. Tendo já este percurso de leituras do autor, não me foi possível fazer uma leitura independente, ou seja, a cada momento, fui sempre tecendo comparações entre estes livros.
Uma das possíveis constatações é que os protagonistas de Zimler são sobretudo jovens que crescem cedo demais em consequências das suas circunstâncias, maioritariamente históricas. Aliás, neste contexto, dos pontos de vista histórico e cultural, Teresa é a única verdadeira adolescente. Tiago, Sana e Sophie pertencem a uma outra categoria de jovens, em termos etários, mas em cujos contextos não há ainda a construção social de adolescência.
Teresa vive a nossa época. A sua circunstância permite uma maior identificação geracional e referências culturais populares. Mas do ponto de vista de uma construção e desenvolvimento emocionais, esta é talvez a personagem, das atrás mencionadas, que menos nos emociona, como é apanágio de Zimler. Talvez o seu contexto histórico menos trágico (não há holocausto, não há inquisição, não há terrorismo) lhe retire essa profundidade emocional. Talvez aos nossos olhos, e apesar do tema do suicídio, seja apenas mais uma adolescente, entre duas culturas, a perder a inocência, mas sem deixar de o ser.
Comparativamente, é possível constatar igualmente que a obra de Zimler é auto-referencial, o que é visível com a menção quase inicial a Os Anagramas de Varsóvia, outro livro ao autor, a que ainda não cheguei, mas lá chegarei. Depois, esta Teresa recordou-me em vários aspectos a Sophie de A Sétima Porta, sobretudo na sua relação com o irmão mais novo, que aqui me pareceu ter uma segunda e mais feliz oportunidade. Outros dos temas que também aqui podemos detetar são: uma certa inversão nos papéis parentais, a homossexualidade, o confronto de culturas e a diferença como elemento identitário. A grande ausência deste livro é um elemento da família Zarco.
24.6.12
#114 @ 101 em 1001 – 215kms
Pelas minhas contas, já perfiz um total de 215 kms em caminhadas desde o início do ano. O objetivo eram 200, por isso, mesmo com eventuais ajustes, já tenho uma margem que me permite definir o objetivo como cumprido. Além de que, até ao final do ano, ainda irei fazer mais kms.
23.6.12
A minha vida em ruínas (2009)
Depois de My big fat greek wedding (2002), a atriz e argumentista volta a utilizar a fórmula que lhe deu notoriedade: explorar as suas raízes gregas através de uma comédia romântica, a que não faltam aparentes lugares comuns. Desta feita, a mais valia é a presença de Richard Dreyfuss, um dos melhores atores americanos de sempre. Título original: My Life in Ruins * Realização: Donald Petrie * Argumento: Mike Reiss * Elenco: Nia Vardalos, Richard Dreyfuss e Rachel Dratch
22.6.12
Budismo
No início do ano, a minha amiga c. convidou-me a participar numa reunião de diálogo budista. Desde então, já participei em várias reuniões e inevitavelmente a questão surgiu: então, quando é que começas a praticar?
E o que me impede de me dedicar esta prática? Creio que primeiro necessito de ter a certeza de querer percorrer este caminho, sem qualquer tipo de pressão ou expetativas, como já aconteceu com tantas outras coisas na minha vida. Necessito conhecer ainda mais a prática, os seus conceitos, princípios e orientações para encetar esta caminhada. Sinto que esta é uma decisão tão íntima e tão individual que não me quero apressar e para me sentir mais segura vou procurar aprofundar os meus conhecimentos e depois, sim, tomarei algumas decisões.
E o que me impede de me dedicar esta prática? Creio que primeiro necessito de ter a certeza de querer percorrer este caminho, sem qualquer tipo de pressão ou expetativas, como já aconteceu com tantas outras coisas na minha vida. Necessito conhecer ainda mais a prática, os seus conceitos, princípios e orientações para encetar esta caminhada. Sinto que esta é uma decisão tão íntima e tão individual que não me quero apressar e para me sentir mais segura vou procurar aprofundar os meus conhecimentos e depois, sim, tomarei algumas decisões.
21.6.12
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| Vicent van Gogh |
20.6.12
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