20.3.12
19.3.12
Peninha
Um dos locais mais emblemáticos de Sintra, sendo um dos seus pontos mais altos, o Santuário da Peninha é composto pela antiga ermida de São Saturnino (fundada na época da criação do reino de Portugal) e pelo palacete romântico de estilo revivalista, que foi construído no ano de 1918. Esta ermida representa uma importante igreja de peregrinação, estando-lhe associada a existência de uma imagem milagrosa de Nossa Senhora, embora esteja se encontre fechada ao público. No entanto, vale a pena a visita ao local pela vista fenomenal sobre a costa e pela sempre surpreendente serra. Fica apenas o aviso: cuidado com o chupa-cabras!
18.3.12
Restrições de acesso às redes sociais
Compreendo a necessidade de existência de políticas de restrição de acesso a páginas de internet de cariz social e de entretenimento. Infelizmente, há demasiados abusos.
Mas, dependendo das nossas tarefas profissionais, há que ter em consideração que é através das redes sociais que se promovem as mais variadas atividades e iniciativas, como por exemplo na área da juventude, e que estas são uma forma de comunicação direta com o nosso público alvo. A restrição de acesso às mesmas deverá então ser alvo de uma maior ponderação e inclusive mais flexibilidade. Além de que o acesso à informação é quiçá a nossa maior ferramenta de trabalho e, para o bem e para o mal, com ou sem abusos, as redes sociais são uma excelente ferramenta.
Mas, dependendo das nossas tarefas profissionais, há que ter em consideração que é através das redes sociais que se promovem as mais variadas atividades e iniciativas, como por exemplo na área da juventude, e que estas são uma forma de comunicação direta com o nosso público alvo. A restrição de acesso às mesmas deverá então ser alvo de uma maior ponderação e inclusive mais flexibilidade. Além de que o acesso à informação é quiçá a nossa maior ferramenta de trabalho e, para o bem e para o mal, com ou sem abusos, as redes sociais são uma excelente ferramenta.
17.3.12
Sobre decisões
Não existem decisões únicas. Existem más decisões, algumas adequadas, umas quantas ideais, nem sempre pacificas, e todas elas condicionadas pelas circunstâncias. Sem perceber as suas causas, conhecer os intervenientes e prever as eventuais consequências, apenas podemos tomar as melhores decisões possíveis.
16.3.12
Um afastamento do objetivo ou uma etapa paralela para atingir o objetivo?
Nem sempre sei se os percursos por onde enveredo servem os meus objetivos (de que também nem sempre estou certa). Então quais são os meus objetivos? Realizar um trabalho útil, de modo profissional, e que, de algum modo, tenha um impacto ou sirva de base a novos processos. Seja profissional ou associativamente, são estes são os meus e podem ser aplicados aos mais variados projetos. E escreva ou não um livro, chegue ou não a técnica superior, conclua ou não todos os compromissos que assumi, importa-me realizar um trabalho válido, adequado às necessidades sentidas, versátil e com visão de futuro.
15.3.12
Palavras #236 a 238
surdir - v. intr. 1. Sair de dentro.2. Sobressair; surgir. 3. Emergir. 4. Resultar.
talar - (latim talaris, -e) adj. 2 g. 1. Relativo a talão ou calcanhar. 2. Que desce até aos calcanhares (ex.: veste talar). 3. Diz-se das asas nos pés com que se representa Mercúrio. s. m. 4. Veste que desce até aos calcanhares. talares - s. m. pl. 5. Asas nos pés com que se representa mercúrio.
nédio - adj. 1. De pele lustrosa por efeito de gordura. 2. Anafado.
talar - (latim talaris, -e) adj. 2 g. 1. Relativo a talão ou calcanhar. 2. Que desce até aos calcanhares (ex.: veste talar). 3. Diz-se das asas nos pés com que se representa Mercúrio. s. m. 4. Veste que desce até aos calcanhares. talares - s. m. pl. 5. Asas nos pés com que se representa mercúrio.
nédio - adj. 1. De pele lustrosa por efeito de gordura. 2. Anafado.
in O Anel de Basalto, de Mário Claúdio
14.3.12
Palavras #233 a 235
revérbero - s. m. 1. Lâmina destinada a reflectir.. a luz. 2. Reverberação, reflexão. 3. Rescaldo. 4. [Linguagem poética] Brilho, chama, resplendor. fogão de revérbero: aquele em cujo interior há um vão em toda a volta do qual circula o calor. forno de revérbero: aquele que serve para fundir metais.
rutilante - adj. 2 g. Que rutila; resplandecente; luzente; muito brilhante.
padieira - (origem obscura) s. f. Peça, geralmente de madeira ou de pedra, que se coloca horizontalmente sobre as ombreiras de portas ou janelas. = DINTEL, LINTEL, PAVIEIRA, VERGA
rutilante - adj. 2 g. Que rutila; resplandecente; luzente; muito brilhante.
padieira - (origem obscura) s. f. Peça, geralmente de madeira ou de pedra, que se coloca horizontalmente sobre as ombreiras de portas ou janelas. = DINTEL, LINTEL, PAVIEIRA, VERGA
in O anel de Basalto, Mário Claúdio
13.3.12
O Anel de Basalto, Mário Claúdio
Esta é a minha primeira incursão pela obra deste autor português, de refinado traço humorístico e irónico. Esta novela relata a sebastianica diáspora do escolhido que fará cumprir Portugal e o mundo e está repleta das mais variadas referências clássicas, literárias e míticas, como, por exemplo, a mitologia arturiana e nórdica, a maçonaria, a teologia indica, etc. inesperado e interessante.
12.3.12
11.3.12
Sobre voluntariado e empreendorismo
No âmbito de Braga – Capital europeia da Juventude 2012, realizou-se no passado dia 9, no Instituto Português da Juventude, em Lisboa, uma sessão de diálogo estruturado onde se procurou refletir sobre voluntariado e empreendorismo, desafiando o desenvolvimento de uma nova perspetiva sobre os mesmos e o modo como se podem e devem integrar.
A maioria tem visões restritas destes dois conceitos (caridade e dinheiro, respetivamente) e considera-os antagónicos. Na verdade, os dois representam um valor acrescentado mas não necessariamente financeiro. O voluntariado é uma oportunidade de adquirir e desenvolver competências, valorizando quem o pratica. O empreendorismo é a capacidade de transformação e de perseverança na conquista de um objetivo.
No meu caso, o escotismo representa o casamento destes dois conceitos. Sou voluntária e não faço caridade, mas se esta existe, tem sido comigo própria, pois tem sido um suporte e um escape em momentos complicados. O escotismo tem também sido a pedra de toque de uma faísca que não possuía. Tem incutido em mim a ambição e a capacidade de me transformar, não me resignando indefinidamente a uma situação.
Mas este casamento não é óbvio para a maioria e enquanto estes conceitos não se alterarem na mente das pessoas, continuaremos com uma sociedade aquém das suas possibilidades.
A maioria tem visões restritas destes dois conceitos (caridade e dinheiro, respetivamente) e considera-os antagónicos. Na verdade, os dois representam um valor acrescentado mas não necessariamente financeiro. O voluntariado é uma oportunidade de adquirir e desenvolver competências, valorizando quem o pratica. O empreendorismo é a capacidade de transformação e de perseverança na conquista de um objetivo.
No meu caso, o escotismo representa o casamento destes dois conceitos. Sou voluntária e não faço caridade, mas se esta existe, tem sido comigo própria, pois tem sido um suporte e um escape em momentos complicados. O escotismo tem também sido a pedra de toque de uma faísca que não possuía. Tem incutido em mim a ambição e a capacidade de me transformar, não me resignando indefinidamente a uma situação.
Mas este casamento não é óbvio para a maioria e enquanto estes conceitos não se alterarem na mente das pessoas, continuaremos com uma sociedade aquém das suas possibilidades.
9.3.12
Conselho Municipal de Juventude de Sintra
De acordo
com a Lei nº 8/2009 de 18 de Fevereiro, foi constituído o Projecto de
Regulamento do Conselho Municipal da Juventude de Sintra, que, no entanto, não
chegou a ser implementado. Agora, no passado dia 10 de Fevereiro, foi publicada
a Lei nº 6/2012, que introduziu algumas alterações significativas à Lei anterior e irá
obrigar á reformulação do atual Regulamento.
Não obstante
algumas críticas de fundo não terem sido alvo de alterações legislativas, como
o fato de ser o presidente de câmara a presidir a este órgão consultivo, há
alterações relevantes, nomeadamente deixar de ser obrigatória a inscrição em
RNAJ (registo Nacional de Associações Juvenis) de cada associação de estudantes do ensino
básico, secundário e superior com sede no município. São igualmente alterados
os tempos e procedimentos de emissão dos pareceres obrigatórios, mas não
vinculativos, os seus âmbitos e os órgãos solicitantes.
Sendo a sua implementação obrigatória até Julho, espera-se que daqui
advenha uma nova plataforma de participação, infelizmente demasiado
partidarizada, cívica municipal.
8.3.12
7.3.12
Como dividir o indivisível fardo da vida para que esta pareça feita à medida das nossas capacidades. Que somos tão somente criaturas terrenas à deriva numa imensidão noturna e o brilho das estrelas são lembranças do fim do tempo e da memória. E somos tão somente criaturas que ao pó voltarão sem nunca o terem deixado de ser. À deriva na noite do mundo, antes de tudo, depois de nada.
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| Thomas Rucker |
6.3.12
O Guarda do Zoo (2011)
Depois de Bem Stiller guardar museus, cujas exposições ganham vida após o seu encerramento ao público, agora é a vez de Kevin James nos dar a conhecer o outro lado de um jardim zoológico, em que os animais, perante a inaptidão do seu guardador em conquistar o seu objeto de paixão, se prontificam a ajuda-lo nesta tarefa. O resultado, além do inevitável humor escatológico, permite uma curiosa análise do comportamento animal, independentemente do grau de racionalidade.
Título original: Zookeeper * Realização: Frank Coraci *Argumento: Nick Bakay e Rock Reuben * Elenco: Kevin James, Rosario Dawson, Leslie Bibb e Donnie Wahlberg
4.3.12
Palavras #230 a 232
cenóbio - s. m. 1. Habitação de cenobitas. 2. Comunidade religiosa.
inapetente - (in- + apetente) adj. 2 g. 1. Que não apetece. 2. Que não sente apetite ou desejo.
tamisar - v. tr. 1. Passar pelo tamis. 2. [Figurado] Depurar; joeirar.
inapetente - (in- + apetente) adj. 2 g. 1. Que não apetece. 2. Que não sente apetite ou desejo.
tamisar - v. tr. 1. Passar pelo tamis. 2. [Figurado] Depurar; joeirar.
in O Ano do Dilúvio, Eduardo Mendoza
2.3.12
1.3.12
Palavras #227 a 229
mascarra - s. f. 1. Mancha (na pele) feita com tinta, carvão, etc. 2. [Figurado] Labéu; estigma; sujidade.
cartapácio - (de carta) s. m. 1. Carta muito grande. 2. Colecção de manuscritos em forma de livro. 3. Livro grande e antigo. = ALFARRÁBIO, CALHAMAÇO
atrabiliário - (atrabílis + -ário) adj. 1. Relativo à atrabílis. = ATRABILIOSO adj. s. m. 2. Que ou quem tem atrabílis. 3. [Figurado] Que ou quem é colérico ou melancólico.
cartapácio - (de carta) s. m. 1. Carta muito grande. 2. Colecção de manuscritos em forma de livro. 3. Livro grande e antigo. = ALFARRÁBIO, CALHAMAÇO
atrabiliário - (atrabílis + -ário) adj. 1. Relativo à atrabílis. = ATRABILIOSO adj. s. m. 2. Que ou quem tem atrabílis. 3. [Figurado] Que ou quem é colérico ou melancólico.
in O Ano do Dilúvio, Eduardo Mendoza
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