31.1.12
30.1.12
Cowboys & Aliens (2011)
À partida, o conceito deste filme seria o mais estapafúrdio desde Wild Wild West. Juntar aliens e cowboys seria no mínimo inverosímil e sendo esse o grande desafio do filme, foi ganho.
O enredo é-nos desvendado pouco a pouco, parecendo este faseamento um mo provocado pelos alienígenas. E o que são estes alienígenas? Batedores que avaliam as fragilidades humanas para encetar uma posterior invasão e liquidação total, o que não é novidade. Para combate-los, forma-se uma equipa improvável. Um conjunto de homens menos recomendáveis transforma-se, perante uma situação extrema inusitada, num grupo de heróis que salvam a humanidade, não sem a ajuda de um emissário de outro planeta, sob a forma dos sempre etéreos olhos azuis de Olívia Wilde. Daniel Craig está irrepreensível no seu papel de herói atípico e Harrison Ford volta a mostra a que ainda está para as curvas em cima de um cavalo.
Realização: Jon Favreau * Argumento: Roberto Orci e Alex Kurtzman * Elenco: Daniel Craig, Harrison Ford, Olivia Wilde, Sam Rockwell, Adam Beach, Paul Dano e Keith Carradine
O enredo é-nos desvendado pouco a pouco, parecendo este faseamento um mo provocado pelos alienígenas. E o que são estes alienígenas? Batedores que avaliam as fragilidades humanas para encetar uma posterior invasão e liquidação total, o que não é novidade. Para combate-los, forma-se uma equipa improvável. Um conjunto de homens menos recomendáveis transforma-se, perante uma situação extrema inusitada, num grupo de heróis que salvam a humanidade, não sem a ajuda de um emissário de outro planeta, sob a forma dos sempre etéreos olhos azuis de Olívia Wilde. Daniel Craig está irrepreensível no seu papel de herói atípico e Harrison Ford volta a mostra a que ainda está para as curvas em cima de um cavalo.
Realização: Jon Favreau * Argumento: Roberto Orci e Alex Kurtzman * Elenco: Daniel Craig, Harrison Ford, Olivia Wilde, Sam Rockwell, Adam Beach, Paul Dano e Keith Carradine
29.1.12
Os pais que odeiam os filhos
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| Banksi |
Um filho não desejado pode transformar-se num filho odiado. Um filho não amado torna-se o foco de todas as frustrações, a causa dos sonhos não cumpridos, a âncora de uma vida outrora livre.
Antes do ódio, deve prevalecer o amor, mesmo o que prima pela escolha da ausência.
28.1.12
Super 8 (2011)
Super 8 é um meta filme, ou seja, uma sintese do cinema dos anos 80, integrando elementos de filmes como Stand by Me e Goonies (grupo de amigos e guarda roupa), ET (regresso a casa) e Alien (visual alienígena). Resulta com um publico jovem e também com o público que possui estas referências, o que demonstra, uma vez mais, que J. J. Abrams possui um sentido apurado de entretenimento. Nota ainda para o cartaz do filme: eficaz e sintético.
Realização e Argumento: J.J. Abrams * Stars: Elle Fanning, Amanda Michalka e Kyle Chandler
Realização e Argumento: J.J. Abrams * Stars: Elle Fanning, Amanda Michalka e Kyle Chandler
27.1.12
Tudo o que temos cá dentro, Daniel Sampaio
Esta é uma obra ficcionada a partir de fatos reais, obtidos pelo autor, renomado na área da psicologia juvenil, no exercício da sua profissão. É uma obra relatada a três vozes (o psicólogo adulto e os jovens Nuno e Rita) sobre o tema do suicídio e o seu impacto na formação pessoal de familiar do individuo.
A primeira voz, pertencente ao psicólogo, fornece-nos explanações teóricas e técnicas sobre processos de aproximação e análise de pacientes, entre outros. Fez-me relembrar o livro Sobre a mão, de João Lobo Antunes, onde evidencia a importância de um contato humanizado entre médico e paciente. Nuno é um jovem de 18 anos, em processo de formação de identidade, que se vê confrontado com o suicídio de amiga/namorada Rita, cujas causas de morte são desconhecidas e incompreendidas pelos demais, e que despoletam em Nuno uma série de sentimentos contraditórios, em que a família terá um papel preponderante na sua resolução.
Esta leitura, à partida sobre um tema melindroso, trouxe-me uma sensação de apaziguamento. A grande maioria de nós já fez um percurso semelhante ao de Nuno: o lidar com a perda e a necessidade de definir um projeto de futuro passo a passo, com metas graduais, através da compreensão e aceitação de acontecimentos dolorosos. Foi igualmente uma oportunidade de reflexão sobre o tema do suicídio e o modo como está presente nas nossas vidas de uma forma mais premente do que à partida julgaríamos. Será com certeza um autor a cujo trabalho voltarei.
A primeira voz, pertencente ao psicólogo, fornece-nos explanações teóricas e técnicas sobre processos de aproximação e análise de pacientes, entre outros. Fez-me relembrar o livro Sobre a mão, de João Lobo Antunes, onde evidencia a importância de um contato humanizado entre médico e paciente. Nuno é um jovem de 18 anos, em processo de formação de identidade, que se vê confrontado com o suicídio de amiga/namorada Rita, cujas causas de morte são desconhecidas e incompreendidas pelos demais, e que despoletam em Nuno uma série de sentimentos contraditórios, em que a família terá um papel preponderante na sua resolução.
Esta leitura, à partida sobre um tema melindroso, trouxe-me uma sensação de apaziguamento. A grande maioria de nós já fez um percurso semelhante ao de Nuno: o lidar com a perda e a necessidade de definir um projeto de futuro passo a passo, com metas graduais, através da compreensão e aceitação de acontecimentos dolorosos. Foi igualmente uma oportunidade de reflexão sobre o tema do suicídio e o modo como está presente nas nossas vidas de uma forma mais premente do que à partida julgaríamos. Será com certeza um autor a cujo trabalho voltarei.
26.1.12
2012 (2009)
A data quase capicua de 21/12/12 assinala um momento raro na história do universo: o alinhamento dos planetas. Este fenómeno acontece a cada 640 mil anos e prevê-se que poderá ter implicações no campo gravitacional dos planetas, o que poderá originar alterações, entre outras, climatéricas. Crê-se que este fenómeno esteja na origem da teoria do deslocamento das placas tectónicas, ou seja, terá sido este fenómeno a separar a pangeia original. Os Maias definem esta data como sendo o final de um período. Os mais incautos e/ou céticos definem-a como o final do mundo. Logo veremos.
O certo é que o tema é propicio à imaginação e permite reflexões sobre a evolução da humanidade e do planeta. E é este o ponto de partida para este 2012, um filme catástrofe, mas com final esperançoso. Com algumas reflexões (ligeiras) sobre a economia, os valores humanos, a cultura e a família, oferece-nos um bom produto de entretenimento e reflexão q.b. a ver.
Realização: Roland Emmerich * Argumento: Roland Emmerich e Harald Kloser * Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Oliver Platt, Danny Glover, Thandie Newton, Woody Harrelson e Chiwetel Ejiofor
O certo é que o tema é propicio à imaginação e permite reflexões sobre a evolução da humanidade e do planeta. E é este o ponto de partida para este 2012, um filme catástrofe, mas com final esperançoso. Com algumas reflexões (ligeiras) sobre a economia, os valores humanos, a cultura e a família, oferece-nos um bom produto de entretenimento e reflexão q.b. a ver.
Realização: Roland Emmerich * Argumento: Roland Emmerich e Harald Kloser * Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Oliver Platt, Danny Glover, Thandie Newton, Woody Harrelson e Chiwetel Ejiofor
25.1.12
Sobre homens (casados) e mulheres (solteiras)
Desde o início da humanidade que homens e mulheres se envolvem. Chamemos-lhe biologia, cultura ou fado. Mas há envolvimentos que derivam única e exclusivamente da inequívoca estupidez.
Quando um homem diz que o seu casamento está mal e que a sua mulher é má mãe, o mais provável é que apenas a primeira parte seja parecida com a realidade. As relações desgastam-se. Os filhos tornam-se o único foco de vida em comum. E quando se olha para o outro, custa reconhecer nele aquele por quem nos apaixonamos.
Mas se realmente os casamentos são tão maus como os homens os pintam, porque é que permanecem em casa? Pelos filhos? Há quem saia por menos. E se realmente sair de casa, como é que se lida com a bagagem inerentes: filhos, ex-mulher, expetativas anteriores frustradas e expetativas atuais talvez demasiado otimistas.
Por isso, a qualquer mulher que já ouviu “desabafos” de maridos desolados e insatisfeitos, cautela antes de abrir as pernas e/ou o coração. Um homem é capaz de dizer quase tudo para fisgar uma mulher. Mais do que as palavras, há que atentar às ações e aos indícios subjacentes das palavras ditas e não ditas.
E se um homem quer uma aventura (até porque uma nova vida conjugal obriga a muitas muitas, e estes são afoitos à mudanças) há que ser prático na sua escolha. Está fora de questão uma mulher mais jovem com uma diferença de idades considerável. Esta vai desejar demasiado: assumir a relação principal. E se tal é aliciante, pode revelar-se uma autentica dor de cabeça.
O ideal é uma mulher independente, de preferência acima dos 30/35, que não espere mais do que umas horas bem passadas. O melhor é que elas sejam igualmente casadas (quem é que vai acabar com dois casamentos?, ninguém) e se pretencerem ao círculo profissional, melhor ainda, facilita a logística. Uma reunião tardia ou mais demoradas não é nenhuma justificação mentirosa.
Mas, na maioria das vezes, os homens e mulheres são autênticos parvalhões. Julgam que enganam todos e que os outros não vêem o que desejam ocultar, mas sobretudo enganam-se, desrespeitando e desrespeitando-se.
24.1.12
Real Desatino (2011)
Como o nome indicia, esta é uma sátira às mitologias fantásticas, como o rei Artur ou o senhor dos anéis, recorrendo a um humor brejeiro, passando pelo tom escatológico e pela quase pornochanchada. Tem alguns gags interessante, mas não passa de um filme para domingo à tarde. Vale pela realeza hollywoodesca, representada por James Franco e Natalie Wood, o que nos leva a pensar: Natalie, não tinhas nada mais interessante para fazer?
Título original: Your Highness * Realização: David Gordon Green * Argumento: Danny McBride, Ben Best * Elenco: Danny McBride, Natalie Portman, James Franco, Toby Jones, Zooey Deschannel, Damien Lewis e Charles Dance
Título original: Your Highness * Realização: David Gordon Green * Argumento: Danny McBride, Ben Best * Elenco: Danny McBride, Natalie Portman, James Franco, Toby Jones, Zooey Deschannel, Damien Lewis e Charles Dance
23.1.12
22.1.12
E aqueles a quem falhamos?
Atiramos a culpa a muitos pelos fracassos nas nossas vidas, mas quantos vezes paramos para pensar em como falhamos com essas mesmas pessoas? Pelas palavras que omitimos, pelos comportamentos que permitimos, pela resignação.
Falho demasiadas vezes para poder criticar seja quem for, e, ainda assim, caio no erro da crítica, da palavra amarga, do gesto punitivo, do desviar o olhar.
21.1.12
Planear reuniões
Este é um método de trabalho que não tinha por hábito utilizar. Embora registasse elementos relevantes para as mesmas, não fazia uma elencagem exaustiva de itens e pormenores a tratar. Consequentemente, havia sempre algo que não era mencionado.
Mas ultimamente, esta tem-se revelado uma ferramenta de trabalho indispensável, quer pelo número de reuniões, quer pela diversidade de equipas que integro. Dependendo da equipa e da regularidade de reuniões já agendadas, ordeno os assuntos a debater pela ordem cronológica da sua necessidade de realizar. Se algum assunto tiver de ficar para trás que seja o menos relevante ou o que possa vir a ser tratado numa reunião posterior. Se necessário, realizo pequenas reuniões intermédias apenas como os elementos essenciais a cada projeto e/ou tarefa.
20.1.12
Sobre o respeito
É inato criar expetativas sobre situações e pessoas. Por vezes cumprem-se, mas, sem querer ser pessimista, ficam aquém ou saem mesmo goradas. Na realidade, somos intrinsecamente positivos e esperamos o melhor das pessoas, esperando talvez até demais, porque somos seres errantes, errando de erro em erro.
E baseamos o nosso respeito não nas pessoas reais, mas nas expetativas que criamos sobre elas, o que implica que, claro está, quando estas se goram, se perca o respeito. Mas as pessoas não são a soma dos seus erros, são o equilíbrio entre os erros e os acertos.
Nesse limbo humano, todos necessitamos de apoio e sobretudo de aceitação. É esse o verdadeiro respeito que devemos nutrir pelos nossos semelhantes, tão errantes como nós, tão perdidos e tão certos.
E baseamos o nosso respeito não nas pessoas reais, mas nas expetativas que criamos sobre elas, o que implica que, claro está, quando estas se goram, se perca o respeito. Mas as pessoas não são a soma dos seus erros, são o equilíbrio entre os erros e os acertos.
Nesse limbo humano, todos necessitamos de apoio e sobretudo de aceitação. É esse o verdadeiro respeito que devemos nutrir pelos nossos semelhantes, tão errantes como nós, tão perdidos e tão certos.
19.1.12
Leituras na Juventude – Clube de Leitura na Casa da Juventude
Um dos projetos que este ano vou implementar e dinamizar é o Clube de Leitura Leituras na Juventude, na Casa da Juventude, na Tapada das Mercês. Com uma periodicidade mensal, as sessões decorrerão na última quarta-feira de cada mês, das 18h às 20h, a partir de Março, tendo o seguinte calendário:
Março 28: Tudo o que temos cá Dentro, Daniel Sampaio
Abril 18: Frankenstein, Mary Shelley
Maio 30: Os Capitães da Areia, Jorge Amado
Junho 27: A Ilha Teresa, Richard zimler
Julho 25: O Rapaz do Pijama das Riscas, John Boyne
Agosto 29: Inês de Portugal, João Aguiar
Setembro 26: Romeu e Julieta, William Shakespeare
Outubro 31: Gaveta de Papéis, José Luís Peixoto
Novembro 28: O Cântico de Natal, Charles Dickens
No que diz respeito à escolha dos títulos, e atendendo a que o Clube terá lugar na Casa da Juventude, mantive o seguinte critério: que os livros abordassem uma temática ligada à juventude, seja pelas suas personagens, seja pelos seus autores. Tentei igualmente sinalizar as duas grandes efemérides literárias deste ano: Jorge Amado e Charles Dickens. E procurei igualmente encontrar um equilíbrio entre autores de expressão portuguesa e autores estrangeiros. E entre alguns autores de eleição e algumas curiosidades, delineei esta proposta. Espero que seja do vosso agrado e conto convosco.
Março 28: Tudo o que temos cá Dentro, Daniel Sampaio
Abril 18: Frankenstein, Mary Shelley
Maio 30: Os Capitães da Areia, Jorge Amado
Junho 27: A Ilha Teresa, Richard zimler
Julho 25: O Rapaz do Pijama das Riscas, John Boyne
Agosto 29: Inês de Portugal, João Aguiar
Setembro 26: Romeu e Julieta, William Shakespeare
Outubro 31: Gaveta de Papéis, José Luís Peixoto
Novembro 28: O Cântico de Natal, Charles Dickens
No que diz respeito à escolha dos títulos, e atendendo a que o Clube terá lugar na Casa da Juventude, mantive o seguinte critério: que os livros abordassem uma temática ligada à juventude, seja pelas suas personagens, seja pelos seus autores. Tentei igualmente sinalizar as duas grandes efemérides literárias deste ano: Jorge Amado e Charles Dickens. E procurei igualmente encontrar um equilíbrio entre autores de expressão portuguesa e autores estrangeiros. E entre alguns autores de eleição e algumas curiosidades, delineei esta proposta. Espero que seja do vosso agrado e conto convosco.
18.1.12
Há cerca de dois anos, o mundo, como o conhecia, desabou sobre a minha cabeça. As certezas que tinhas sobre as materialidades da minha vida esfumaram-se, o que originou uma depressão, embora não tenha recorrido a nenhum médico no sentido de o apurar ou de procurar ajuda. Mas, se não fui ao fundo do poço, pouco faltou.
A minha confiança foi de tal modo abalada que me afastei de quase todas as minhas amizades, incapaz de lidar com a minha nova situação e de admiti-la. Como é evidente, demorei a sair deste sentimento de fracasso e incapacidade, até porque a situação de génese estava e está longe de ser resolvida. Mas não podia continuar a arrastar a minha vida de dia para dia neste sentimento depressivo. Precisei encontrar um contraponto que me permitisse atingir um equilíbrio necessário a prosseguir de modo saudável. E se os (meus) problemas não podem ser resolvidos apenas por mim, porque estão condicionados por outros, no entanto, cabe a mim encontrar esse contraponto. Cabe a mim estabelecer objectivos tangíveis que me trarão um sentimento de alcance, de transformação, enfim, um sentido de vida.
O poder de transformação está em nós, mas sejamos realistas: nem tudo depende de nós, apenas o modo como lidamos e procuramos gerir as situações. Quando temos esta hipótese é nosso dever exerce-la o melhor possível, com a melhor atitude possível, sabendo que as energias se atraem e o positivo chama pelo positivo.
A minha confiança foi de tal modo abalada que me afastei de quase todas as minhas amizades, incapaz de lidar com a minha nova situação e de admiti-la. Como é evidente, demorei a sair deste sentimento de fracasso e incapacidade, até porque a situação de génese estava e está longe de ser resolvida. Mas não podia continuar a arrastar a minha vida de dia para dia neste sentimento depressivo. Precisei encontrar um contraponto que me permitisse atingir um equilíbrio necessário a prosseguir de modo saudável. E se os (meus) problemas não podem ser resolvidos apenas por mim, porque estão condicionados por outros, no entanto, cabe a mim encontrar esse contraponto. Cabe a mim estabelecer objectivos tangíveis que me trarão um sentimento de alcance, de transformação, enfim, um sentido de vida.
O poder de transformação está em nós, mas sejamos realistas: nem tudo depende de nós, apenas o modo como lidamos e procuramos gerir as situações. Quando temos esta hipótese é nosso dever exerce-la o melhor possível, com a melhor atitude possível, sabendo que as energias se atraem e o positivo chama pelo positivo.
17.1.12
Será que o luto alguma vez acaba?
Está prestes a completar-se 10 anos sobre a morte da minha mãe e dou por mim a pensar se já consegui fazer o luto por ela, se ainda é luto os pensamentos diários ou apenas a forma de a manter viva em mim, refletindo a importância basilar na minha vida. Sempre encarei o luto como o processo em que se aprende a lidar e a gerir a ausência de alguém a amado, e como tal, sempre pensei que tinha um fim. Hoje, não sei dizer se tem. Se por um lado fiz esse processo de aprendizagem, por outro, este não é válido para todos os momentos da minha vida. Daí a minha pergunta: Será que o luto alguma vez acaba?
16.1.12
English tutoring
Este é o momento
Em que anseio aquele amor
Que derruba estes obstáculos
E cumpre aqueles longínquos sonhos de felicidade
This is the moment
I long for that love
Smashing these obstacles
And fulfilling those long time dreams of happiness
15.1.12
Percurso lisboeta: Chiado/Baixa
Ao sair do comboio, subir a rua do Carmo e no Largo aproveitar para ver a homenagem a Salgueiro Maia e perceber um dos palcos da revolta dos cravos. A entrada no Museu Arqueológico do Carmo custa uns bem empregues 3.50€.
Depois, descer até ao Largo do Camões a aproveitar para visitar as várias igrejas. Religiosidades à parte, são um testemunho da história da cidade. Se desejar contribuir para a sua manutenção ou às caridades associadas, sugiro que acenda uma vela. Em média estas custam 0.50€, por isso fiz um gasto médio de 1.50€. No entanto, relembro que este gasto é puramente facultativo.
De seguida, dirigi-me ao Museu do Chiado (Museu Nacional de Arte Contemporânea), cujo ingresso custou 4.00€, plenamente justificados. O dia seguiu-se em direção ao Terreiro do Paço onde só a vista compensa um passeio. Seguiu-se a Rua Augusta e a visita gratuita ao MUDE (Museu do Design e da Moda).
Pelo meio, fiz uma refeição de fast food e bebi um café, o que respresentou um gasto de cerca de 6.00€.
Deste modo, gastei 15.00€ num dia só para mim em que aprendi e conheci novos espaços. Espero que aproveitem esta sugestão de passeio para um dia diferente.
Custo
3.50€ Museu do Carmo
1.50€ Igrejas
4.00€ Museu do Chiado
0.00€ Mude
6.00€ Refeição
15.00€ Total
Depois, descer até ao Largo do Camões a aproveitar para visitar as várias igrejas. Religiosidades à parte, são um testemunho da história da cidade. Se desejar contribuir para a sua manutenção ou às caridades associadas, sugiro que acenda uma vela. Em média estas custam 0.50€, por isso fiz um gasto médio de 1.50€. No entanto, relembro que este gasto é puramente facultativo.
De seguida, dirigi-me ao Museu do Chiado (Museu Nacional de Arte Contemporânea), cujo ingresso custou 4.00€, plenamente justificados. O dia seguiu-se em direção ao Terreiro do Paço onde só a vista compensa um passeio. Seguiu-se a Rua Augusta e a visita gratuita ao MUDE (Museu do Design e da Moda).
Pelo meio, fiz uma refeição de fast food e bebi um café, o que respresentou um gasto de cerca de 6.00€.
Deste modo, gastei 15.00€ num dia só para mim em que aprendi e conheci novos espaços. Espero que aproveitem esta sugestão de passeio para um dia diferente.
Custo
3.50€ Museu do Carmo
1.50€ Igrejas
4.00€ Museu do Chiado
0.00€ Mude
6.00€ Refeição
15.00€ Total
14.1.12
Percursos lisboetas e sintrenses
Por vezes, aproveito as minhas folgas para conhecer um pouco mais do que o meu concelho (Sintra) tem para oferecer, mas também a cidade de Lisboa, que fica apenas a 30 minutos de comboio. Nesses dias, procuro fazer um pequeno itinerário que me permita visitar equipamentos culturais que desconheço, bem como espaços ao ar livre onde se possa usufruir, por exemplo, de uma esplanada ou de uma leitura num banco de jardim. Sem uma regularidade estipulada, vou procurar deixar aqui o registo desses meus percursos, com sugestões e orçamentos. Espero que possam ser úteis.
13.1.12
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