Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

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10.10.13

Orientação

coordenada - azimute - escalimetro - carta topográfica - direcção - milimetro - norte - bussóla - ponto de origem - graduação - distância - meridiano - ponto de chegada - metros

8.10.13

Curso de Dirigente de Divisão

Hoje, iniciei uma nova forma escotista: o Curso de Dirigente de Divisão, vulgo CDD. Especifico para a Tribo de Escoteiros, que estarei a acompanhar este ano, e cujas aprendizagens e reflexões irei registando no futuro próximo.

7.10.13

Ser dirigente ...

... é um desafio diário. Surgem constantemente situações, intencionais ou não, que requerem um parecer, uma decisão, uma actuação. Depois existem as diversas responsabilidades, perante superiores hierárquicos, equipas de trabalho, colegas e publico, e a por vezes difícil percepção de onde começa ou termina exactamente a nossa área de acção.

É um navegar constante fora de uma zona de conforto.

24.9.13

Actividades escotistas

As actividades escotistas apresentam dimensões e abrangências diferentes. Podem ser de grupo, regionais, nacionais e internacionais. Estas diferentes dimensões exigem diferentes disponibilidades e implicam ritmos complexos, pois como devem calcular é diferente colocar em movimento 30, 80, 150, 300, 500, 1000 ou mais pessoas. Por isso, ao acompanharmos estas diversas actividades não podemos esperar que a organização se acomode a nós, temos de ser nós a adaptar-nos à organização.

15.9.13

Plano Anual de Grupo

Prioridades 2013-2014
  • Partilha de Atividades e execução do Pré-Relatório
  • Implementação do efetivo de clã
  • Aumento chefia da TEs
  • Preenchimento do cargo de ECSA
  • Aumento Disponibilidade Financeira

10.8.13

Serviços mínimos

Recentemente, fui chamada a atenção de que ao ocupar o cargo de ECG não se esperava que assumisse um desempenho igual ao dos meus antecessores, mas que havia posturas mínimas inerentes ao cargo que não podia delegar.
Estava ciente de que não tinha estado à altura do que era esperado, e o mais importante foi o processo de indagação dos porquês e do como. Conclui que muitas vezes me escondi atrás de algumas tarefas administrativas para evitar uma postura de maior visibilidade, falhando assim ser vista como exemplo ou como a figura de referência que o cargo exige.
Para ultrapassar a situação, este ano escotista vou delegar algumas tarefas e evitar a quaisquer desculpas para assumir a visibilidade que o cargo exige.

Chey Chao

9.8.13

Controlo de execução

Um das principais tarefas inerentes à função de coordenação é o controlo de execução de tarefas, prazos e valores. Esta é uma faceta que preciso melhorar e que em sinto ainda não ser suficientemente segura e assertiva para exigir aos demais.

3.8.13

Há uns tempos, ficou-me uma frase do jornalista João Miguel Tavares (JMT) proferida num programa d’ O Governo Sombra: “podes chegar a um momento da tua vida em que não estás à altura do teu discurso.”
No âmbito do programa, a frase referia-se à classe política, mas a verdade é que a mesma se aplica a qualquer um de nós em dado(s) momento(s) da nossa vida. E este é um sentimento que me tem assolado relativamente à minha prestação enquanto ECG, um desafio que assumi com vontade (e alguma vaidade), mas ao qual não fui capaz de cumprir as expectativas de quem me rodeia.
Analisando, as minhas circunstâncias pessoais foram complicadas e entrei em processo de colapso. Porquê? Talvez porque sou uma pessoa de reacção lenta, ou seja, necessito de tempo para ir ao fundo e voltar. E creio que não me tenha dado esse tempo, ou apenas essa seja uma desculpa minimamente plausível para mim e para os demais. Outro aspecto que falhou no meu desempenho foi ter-me preocupado unicamente com a minha equipa de trabalho directa e ter negligenciado o aspecto de visibilidade que o cargo exige, junto de EE e de elementos.
Estava apta para o cargo que assumi? Sim e não. Por um lado, estava ciente de que não tenho o perfil adequado ou usual neste tipo de cargo. Por outro, tinha a noção de que era uma oportunidade única para testar capacidades e competências que tinha vindo a desenvolver.
Ainda citando JMT, “a política é a gestão daquilo que é possível fazer.” E o desafio é tentar fazer o que é certo num dado momento. É certo que falhei. E que não consigo, de momento, ter plena consciência do que aprendi com este colapso, bem como se conseguirei fazer frente às circunstâncias em situações futuras. Espero sinceramente que consiga transpor para as minhas acções mais serenidade e consequentemente discernimento e deste modo, se os meus colegas acharem por bem, fazer frente ao desafio no próximo ano escotista.

12.4.13

Abrindo Caminho para a igualdade, FNAJ

No passado dia 8, participei na acção de sensibilidade Abrindo Caminho para a igualdade, promovida pela Federação Nacional de Associações juvenis, e que decorreu no CAOs (Centro de Artes e Ofícios de Odivelas.
A sessão foi proveitosa e dará para explorar quer em contexto profissional, que escotista. E o meu próximo desafio é desenvolver uma actividade nesta temática para disponibilizar nas escolas co concelho.
Até lá, fica aqui uma síntese do dia.
 
Conceitos:
Igualdade, diversidade, preconceito, estereótipo, descriminação, intolerância
 
Formas de descriminação
Imagismo, deficiência, exclusão, idadismo, racismo, sexismo, homofobia, xenofobia
 
Dinâmicas:
·         Significados: fazer coincidir definições, frases com o conceito. Explorar diferença/similitudes entre os vários conceitos.
·         Com recurso a cartolinas (coloridas) identificadas com uma forma de descriminação, solicitar aos participantes a inscrição na mesma de ideias relacionadas e/ou comentários às ideias já expressas.
·         Concordo/discordo: com base em várias frases, aferir se os participantes concordam ou discordam das mesmas.
·         Quebrar o círculo: os participantes são colocados em círculo, virando para o seu interior. Solicitam-se dois voluntários, um tentará entrar dentro do círculo, o segundo irá observar e registar as estratégias de entrada, aceitação ou exclusão utilizadas.
·         Rótulos: é colocado nas costas de cada participante, uma etiqueta com uma identificação / orientação sexual. Sem palavras, os vários participantes têm de identificar os seus pares.
 
Outros noções / informações complementares:
-        Autonomia;
-        Adequação;
-        Processos de socialização
-        Generalização;
-        Representatividade;
-        Construções sociais;
-        Descriminação directa e indirecta
-        Papéis de género;
-        3 is: insulto, isolamento, invisibilidade;
-        Género;
-        Sexo biológico;
-        Maneirismos;
-        Transgénero;
-         Metrossexualidade;
-        Feminização da pobreza;
-        Mobbing;
-        Teletrabalho;
-        Licença de parentalidade;
-        Mobilidade no espaço público;
-        Legislação
-        Ciclo de violência: tensão, reconciliação, lua de mel;
-        Empoderamento;
-        Consciencialização;
-        Bullying;
-        Dias comemorativos;
-       
 

17.2.13

RLVT AEP – Conselho Regional

Decorreu mais um Conselho Anual da Região Lisboa e Vale do Tejo da Associação de Escoteiros de Portugal, onde foram aprovado Relatório de Contas e Actividades de 2012, bem como o orçamento e Plano de Actividades para 1013. Destes um factor importante a reter são as datas das seguintes actividades:
- sons da Selva II, 9 e 10 de Junho;
- Centenário da AEP, 6 a 8 de Setembro;
- Filias, 9 e 10 de Novembro.
Outro momento interessante deste conselho foi a partilha de reflexões das mesas de trabalho decorridas na véspera, no âmbito do INDABA, das quais destaco a reflexão sobre os direitos de imagem e os seus moldes.

16.2.13

INDABA 2013

Mais uma oportunidade para troca de experiências, conhecimentos, dúvidas e angústias escotistas.

8.2.13

Sobre a assertividade

Em termos de capacidades comunicativas, o objectivo maior é atingir-se o nível da assertividade. Apesar de já me considerar mais próxima desse nível, considero que ainda me situo ao nível do passivo-agressivo. No entanto, também é minha percepção que a assertividade ainda não é uma postura culturalmente aceite. Ainda faz parte dos nossos hábitos culturais não falar dos elefantes no meio da sala com medo de algum tipo de represália. Para uma cultura de assertividade é necessário igualmente desenvolver a receptividade da mensagem. Um receptor assertivo é um receptor com capacidade de encaixe.

3.2.13

Ordem da Jarreteira

A Mais Nobre Ordem da Jarreteira, também conhecida como Ordem da Jarreteira, é a mais antiga ordem  da Inglaterra e do sistema de honras britânico. A sua tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês: Order of the Garter) tal como em português tem o mesmo significado. Só assim se explica que esta ordem militar, criada por Eduardo III de Inglaterra com o espírito medieval de então e baseada nos nobres ideais da demanda ao santo Graal e da corte do Rei Artur, seja vista como a mais importante comenda do sistema honorífico do Reino Unido, desde essa altura até aos dias de hoje. Fundada em 1348, com a dedicação da imagem e das armas a São Jorge, patrono da Inglaterra (embora existam registros de nomeações à ordem em 1344), supõe-se que tenha sido criada para destacar os esforços do reino e aliados, nos quais se destacam nobres e reis portugueses, para conquistar a Terra Santa e um «Império Cristão» nas subsequentes cruzadas, numa época de ouro para os cavaleiros, a nobreza das guerras.
O emblema da ordem, retratado na insígnia, é uma jarreteira com o motto Honni soit qui mal y pense (francês antigo: "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", ou "Maldito seja quem pense mal disto!”) em letras douradas. Os membros da ordem recebem algo como uma liga nas ocasiões cerimoniais.


Escoteiro da Tribo de Exploradores do Grupo 211 a receber as suas jarreteiras













A Ordem da Jarreteira, cuja tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês Order of the Garter) em Portugal era primitivamente chamada Ordem da Garrotea que significava "Ordem do Laço."
O equivoco, que fez distanciar do seu nome original que traduzia uma estreita "liga entre homens" ou um apertado "enlace entre homens", através de um sério acordo entre pares nobres e amigos, trocado por uma ordinária liga para segurar as meias, advém de uma fantasiosa história, que está associada à criação desta Ordem, possivelmente com a pretensão de denegri-la e aos movimentos ou pessoas que a defendiam e aos seus ideais cavalheiresca.
Jarreteira branca: Dirigentes da AEP
Essa lenda conta que Eduardo III estava dançando com a Condessa de Salisbury numa grande festa da corte, quando esta deixou cair a sua jarreteira. Ao apanhá-la do chão e amarrá-la de volta à sua perna, o rei reparou que os presentes os fitavam com sorrisos e murmúrios. Irado, exclamou: «Honni soit qui mal y pense» ("envergonhe-se quem nisto vê malícia"), frase que se tornou o lema da ordem.; disse ele ainda que tornaria aquela pequena jarreteira azul tão gloriosa que todos a haveriam de desejar. Sendo esta história verdadeira ou não, a Ordem da Jarreteira foi, de fato, criada por Eduardo III, o seu símbolo é uma jarreteira azul escuro, de rebordo dourado, em que aparecem inscritas, em francês, as palavras ditas pelo rei. Mas a verdade é que o seu símbolo era um cinto e que, depois de o sabermos, ainda o vemos lá.

In wikipedia.org

2.2.13

O “descaso”da juventude

No passado dia 19 de Janeiro, a Associação Viver Sintra organizou um congresso denominado exactamente Associativismo em congresso. Das várias áreas abordadas, a que mais me interessava era naturalmente a da juventude. Esta foi abordada ligeiramente por Rita Nunes, da confederação do Desporto de Portugal, com base em dados fornecidos pela Divisão da Juventude e Desporto da Câmara Municipal de Sintra.
No concelho, existem 92 associações e/ou clubes desportivos e 26 associações juvenis, das quais a maioria são grupos e agrupamentos escotistas. Do apoio financeiro prestado ao associativismo juvenil e desportivo em 2012, de um total de 861.450€, apenas 31.500€ foram direccionados para o associativo juvenil, sendo que, em termos de actividades, não há qualquer verba afectada a esta área.
Estes são números públicos. Que conclusões se podem aferir? Para mim é notória a falta de interesse e empenho político nesta área, à qual são atribuídas uma migalha de verba, embora para as associações e grupos em causa seja um valor sempre bemvindo. Mas e o resto? E a aposta em fazer algo notório e válido nesta área, em reagrupar recursos humanos com capacidade e com motivação, em definir uma linha orientadora e estratégica?
Será que o próximo período eleitoral trará essas mudanças? A ver vamos.

19.12.12

Participação cívica

Moro na Agualva, trabalho na Tapada das Mercês, sou voluntária em Rio de Mouro. No eixo destas três freguesias, questiono-me sobre o impacto da(s) minha(s) acção(ões). Onde vivo, o meu impacto é sobretudo económico, pois é lá que faço a quase totalidade das minhas compras domésticas. E de resto? Não frequento manifestações culturais, não me envolvo na sua política nem nas suas iniciativas cívicas. Já o meu trabalho é suposto ter um impacto concelhio, embora nem sempre se consiga essa dimensão. Em termos de voluntariado, o impacto é sobretudo humano e também ele circunscrito. Mas acabo sempre por sentir que é “em casa” que menos contribuo socialmente. Como posso envolver-me num projeto do meu agrado e com algum impacto e/ou importância social?

13.11.12

Círculos de responsabilidade


Enquanto individuo, tenho vários círculos de responsabilidades: familiar, profissional e associativo. Principalmente o profissional e o associativo, são um constante ensinamento sobre o outro, um enquanto dirigida, o outro enquanto dirigente.
Enquanto dirigida aprendo como devo agir enquanto dirigente: estratégias de atuação, conciliações, capacidade de prever situações futuras, como acompanhar quem me acompanha, partilhar e manter canais de comunicação abertos.
Como dirigente, tenho uma melhor compreensão de como atuar enquanto dirigida: cumprir as minhas tarefas e funções, apresentar/sugerir soluções, ser prestável em situações nas quais nãos estou diretamente envolvida, respeitar colegas e funções e representar o melhor possível a minha instituição.

12.11.12

Continuidade associativa


Uma das responsabilidades de um dirigente associativo é criar condições para que o seu cargo seja futuramente assegurado por outros indivíduos.
Há quem se apegue aos cargos, e ao pequeno poder a eles inerente, egoistamente, servindo apenas propósitos próprios. Mas quem acredita nas instituições que serve e deseja, acima de tudo, a sua continuidade, tem de precaver o seu futuro antes que este aconteça. Essa é uma das minhas preocupações para os próximos dois, três anos.