Ler Ferreira de Castro 40 Anos Depois

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9.9.13

Sobre a forma como pensamos

Gracmor
Existem duas formas de pensamento predominantes, o Pensamento divergente ou lateral (metáforas e analogias) e o pensamento vertical (Lógica - pode ser importante nas diferentes etapas do processo criativo, como na avaliação de novas ideias e o modo como estas se enquadram, ou desafiam, as teorias existentes), os quais são coadjuvados pela Mente intuitiva e inconsciente (reservas profundas de memórias e associações, de sentimentos e intuições que processam e gravam as experiências de vida fora do alcance da percepção consciente).
O modo como olhamos para nós próprios e para o mundo define quem somos e quem poderemos ser. Podemos sempre tentar pensar de maneira diferente. As nossas ideias e maneiras de pensar podem aprisionar-nos ou libertar-nos.

22.8.13

Como desenvolver uma dinâmica criativa

A criatividade desenvolve-se através de vários Processos, como: Novas ideias completamente formadas; Um indício que requer um desenvolvimento posterior; Cruzamento de processos: gerar novas ideias, imaginar diferentes possibilidades, considerar opções alternativas; Desenvolvimento de ideias e avaliação de qual funciona ou parece melhor. Para tal, contribuem a utilização do Meio de expressão adequado, pois Diferentes meios ajudam-nos a pensar de maneiras diferentes.
Existem igualmente estratégias que devemos utilizar, consoante os desafios apresentados. São elas: Pensamento divergente ou lateral (metáforas e analogias) vs pensamento vertical (Lógica - pode ser importante nas diferentes etapas do processo criativo, como na avaliação de novas ideias e o modo como estas se enquadram, ou desafiam, as teorias existentes); e Mente intuitiva e inconsciente – reservas profundas de memórias e associações, de sentimentos e intuições que processam e gravam as experiências de vida fora do alcance da percepção consciente.
O modo como olhamos para nós próprios e para o mundo define quem somos e quem poderemos ser. Podemos sempre tentar pensar de maneira diferente. As nossas ideias e maneiras de pensar podem aprisionar-nos ou libertar-nos.

21.8.13

Imaginação & Criatividade

Imaginação – capacidade de trazer à mente coisas que não estão ao alcance dos nossos sentidos. Permite revisitar o passado, comtemplar o presente e antecipar o futuro. Permite criar, através da conjectura, do levantamento de hipóteses, especulação e da suposição.
Importante: tudo é relativo, é uma questão de perspectiva, que permite repensar as nossas vidas e circunstâncias.

Criatividade – processo pelo qual obtemos ideias originais e valiosas. Enquanto a imaginação é um processo interno, a criatividade é uma forma de produzirmos algo de novo, para encontrarmos novas soluções, inclusive para reflectirmos em novos problemas e ou novas questões. A criatividade é a imaginação aplicada.

Ana Ventura

19.8.13

Graus ou tipos de inteligência

Todos percebemos da nossa experiência quotidiana que os indivíduos têm capacidade e dificuldades inatas que se traduzem em diferentes tipos de inteligência. Mas como estes nem sempre se materializam, a sociedade desenvolveu os mais variados tipos de teste para aferir e quantificar a inteligência de um individuo.
Um dos testes mais utilizados (QI)foi desenvolvido por Binet, que paradoxalmente se destinava a identificar crianças com necessidades especiais a fim de que estas pudessem receber uma educação adequada. Infelizmente, estes testes acabaram por ser utilizados na execução de políticas Eugenistas, que defende que determinados traços sociológicos e de personalidade são hereditários, e levou a que este tipo de testes fosse utilizado com vista à segregação e extermínio (p. e. leis de esterilização involuntária).
Estes testes medem certos tipos de inteligência, mas não a totalidade da inteligência. Actualmente, são vários os especialistas que defendem a existência de vários tipos de inteligência. Por exemplo, Howard Gardner defende a existência múltiplas inteligências (Linguística; Musical; Matemática, Espacial; Cinestésica; Interpessoal, relacionamento com terceiros; Intrapessoal, conhecimento e compreensão de si mesmo), todas relativamente interdependentes e nenhuma mais importante, embora algumas sejam dominantes e outras estejam adormecidas. Já Robert Sternberg divide a inteligência em 3 tipos: Analítica – capacidade para resolver problemas por meios de capacidades académicas; Criativa – capacidade para lidar com situações novas e para descobrir soluções originais; e Prática – capacidade para lidar com os problemas e desafios do dia a dia.
Outros autores defendem outras tipologias e predominâncias, mas o que sobressai das várias possíveis análises é que a inteligência humana apresenta 3 características fundamentais: Diversa; Dinâmica – através da utilização de múltiplas formas de inteligência. Analogia – observação de como as coisas se ligam, transposição de domínios, e visualização de novas ligações entre acontecimentos, ideias e circunstâncias; Distintiva –como uma impressão digital, pois cada individuo possui uma combinação única de inteligência dominantes e adormecidas.

17.8.13

Que sentidos temos?

Tradicionalmente, é-nos ensinado que temos 5 sentidos relacionados com os órgãos: olfacto, visão, audição, tacto, sabor. A experiência e a sensibilidade dizem-nos que há um 6º sentido: a intuição. No entanto, há vários especialista que afirmam e comprovam a existência de outros sentidos tão ou mais importantes que os tradicionais. São eles:
  • Termocepção: percepção da Temperatura, (diferente do toque);
  • nocicepção – percepção da Dor,;
  • Vestibular -percepção do Equilíbrio e da aceleração (situado no ouvido interno);
  • Cinestésico, ou propriocepção -  que nos permite compreender a localização dos nossos membros e dos resto do corpo no espaço e a relação entre eles;
  • Sinestesia – fenómeno de percepção em que os sentidos se misturam ou sobrepõem.
E que outros sentidos ainda teremos?

22.7.13

O elemento, Ken Robinson

Para quem eventualmente segue este blogue, não é novidade que me questiono regularmente sobre se o faço profissionalmente é aquilo que realmente quero e para o qual tenho capacidade e talento. E como eu, muitas pessoas se questionam ou sentem divididos entre as suas aspirações e as suas necessidades socioeconómicas.  
Há já bastantes tempo tinha lido uma referência a este livro e tinha ficado com curiosidade sobre o mesmo e sobre a possibilidade de obter algumas orientações nesta minha demanda existencial.  Como devem calcular, não obtive respostas, mas deu-me motivos de reflexão e a confirmação de alguns sentimentos. Mas para quem não leu, o que é isto do elemento?
Segundo o autor, o elemento é “o lugar onde as coisas que que adoramos fazer e as coisas em que somos bons se reúnem.” E ao longo de 11 capítulos, temos várias indicações sobre como é que se podem descobrir este elemento individual, que facilmente pode ser motivado, mas que na realidade é constrangido, seja pela educação, seja pelas expectativas sociais a que estamos sujeitos. Para uma identificação do elemento, o autor salienta, entre outras, o papel do mentor, como identificador, facilitar e desafiador, o papel do grupo e dos círculos de influência, como factores de validação, descoberta e desafio.
Outros conceitos que o autor evidência e explana é a existência de vários tipos de inteligência e a necessidade da sua identificação, valorização e aprofundamento, passando pelas competências e talentos naturais.
Esta foi uma leitura muito útil, cujos conceitos e aprendizagens irei explorar e aprofundar mais detalhadamente nos próximos tempos.

26.6.13

Comunicação Assertiva: Reflexão Critica

Ao participar nesta formação, a expectativa genérica inicial era adquirir e desenvolver novas ferramentas que me permitam estabelecer uma comunicação mais segura e eficaz junto de chefias, colegas e munícipes. Mais do que novas aprendizagens, esta foi uma oportunidade de relembrar conceitos e modos de actuação, bem como a importância da comunicação não verbal e a necessidade que a mesma seja coerente com a mensagem veiculada, o que permite estabelecer actos comunicacionais mais seguros e consequentemente mais eficazes.
A minha maior dificuldade nesta formação foi a sua extensão e o facto de a sua estruturação ser sobretudo teórica. Sendo esta UFCD parte integrante de um curso de Formação Profissional destinado, sobretudo, a um público mais jovem e eventualmente sem experiência profissional, as 50 horas parecem-me perfeitamente adequadas, pois permitem a aquisição e processamento dos conhecimentos ministrados. Para um público-alvo já com experiência profissional, que embora nalguns casos não esteja familiarizado com os conceitos teóricos, mas que possui uma prática profissional, as 50 horas parecem-me excessivas. Uma forma de contornar esta situação seria a formação ter uma vertente mais prática, através, por exemplo, da dramatização de situações e não apenas o relato e partilha de experiências.
Até ao momento, o maior contributo desta formação para o meu desempenho profissional, e não só, tem sido uma atitude mais segura e descontraída nos meus actos comunicativos. Porquê? Primeiro, porque relembrar alguns conceitos originou uma maior sensibilização perante determinadas situações e permitiu-me identificar e adoptar perfis comunicacionais mais correctamente. Depois, houve duas informações ou noções extremamente relevantes que me ajudaram a lidar com algumas situações e pessoas específicas: a noção de halo, e o modo como este pode inquinar o processo comunicativo, e a informação sistematizada relativa à eventual origem psicológica dos perfis comunicacionais predominantes, que me ajudou a compreender e ajustar o modo como me dirijo e respondo a determinadas pessoas. 
Em termos futuros, a informação e os materiais disponibilizados serão sempre uma fonte de apoio importante na delineação e adopção de estratégias de comunicação.
Ana Ventura

23.6.13

Fantasia e imaginação


Alexander Khokhlov
A palavra fantasia tem a sua origem no grego e significa tornar visível. É também considerada sinónimo de imaginação e tem como possíveis significados representar no espirito, cuidar, pensar, conjecturar.  Associadas maioritariamente à infância, é através delas que as crianças experimentam novas ideias e que materializam aprendizagens, medos e desejos. Já no mundo adulto, fantasia e imaginação são sobretudo associadas às áreas criativas, nomeadamente as diferentes formas de arte. Dentro desta, a ficção literária é talvez uma dos maiores campos de experimentação da fantasia e da imaginação. E dentro da ficção literária, a ficção cientifica é um dos géneros que mais desafia (comos leitores e seres humanos) esta capacidade, pois além  de materializar aprendizagens, medos e desejos, fá-lo em contraponto aos avanços científicos e tecnológicos, permitindo reflectir, preparar e também evitar algumas das suas consequências. Permite-nos imaginar as sombras do futuro e também os seus pontos de luz.

21.6.13

Coursera.org

Um dos meus objectivos de aprendizagem para este ano passava pela frequência de duas formações disponibilizadas pela plataforma de MOOC Coursera.org. a verdade é que as iniciei, mas a necessária entrega de trabalhos ficou pelo caminho, logo tenho de adiar este objectivo. No entanto, só o acesso à informação disponibilizada, a partilha de experiências e a vivência de esta diferente forma de aprendizagem já valeram a pena e tornaram a experiência positiva.

7.6.13

Movimento skinhead

Este movimento teve início nos anos ‘960 em Inglaterra, como contracultura ao movimento hippie, e assumia-se como apolítico. Defendia um patriotismo exacerbado, valorizando atitudes tradicionais das classes operárias, nomeadamente o trabalho duro. Já na década de ‘970, verificou-se a adesão de algumas facções aos ideais de extrema-direita, associando-se frequentemente o movimento a práticas violentas ostensivas contra imigrantes, judeus e negros.

Alberto Emiliano Seveso

6.6.13

Vi@s, IEFP

Vi@s
Recentemente, o IEFP (Instituto do emprego e Formação Profissional) lançou o Vi@s (http://vias.iefp.pt/). Este é uma ferramenta online que visa apoiar os seus utilizadores na gestão dos seus percursos profissionais. Está dividido em quatro áreas – competências para o trabalho, exploração, contactos profissionais e empreendorismo – e em cada uma, os utilizadores poderão – entre outros – identificar e desenvolver competências pessoais e profissionais chave, adquirir estratégias de procura de trabalho e de conhecimento do mercado, bem como conhecer oportunidades de empreendorismo. Sem ser uma ferramenta completamente inovadora, tem como grande vantagem permitir concentrar num único local este tipo de informação e possibilitar aos utilizadores uma fácil e prática utilização.  

20.5.13

#68 @ 102 em 1002 – Museu do Fado

Juntamente com o filme Fado de Carlos Saura, o Museu do Fado assumiu um papel preponderante na candidatura do fado a património imaterial da humanidade. Ao visita-lo percebesse porquê. Então como é que este espaço respondeu ao desafio de retractar (materializar) uma prática cultural imaterial?
O que chama primeiro a atenção neste espaço não é exactamente o seu objecto de estudo. É o facto de ser um espaço acessível, com rampas e elevador, o que nem sempre se verifica num espaço público, e a sua visita guiada é áudio – o que a torna realmente acessível a todos.
Em termos de exposição, a visita é acompanhada por um aparelho auditivo no qual se inserem conjuntos numéricos assinalados nas paredes e que permite a audição de explicações relativas a momentos, conceitos, intérpretes, músicos e outros intervenientes. Simultaneamente é possível observar exposições temporárias – actualmente a está patente uma reinterpretação da guitarra clássica na exposição Acordem as guitarras -, centro de documentação e um projecto vídeo que regista depoimentos de mais diversos intervenientes do universo fadista.
Visitem (mesmo vistualmente http://roteiro.museudofado.pt/)
Mais informações: www.museudofado.pt

4.5.13

Formação online gratuita

Além do coursera já aqui mencionado, existem outras plataformas online gratuitas que permitem o acesso a curso/formação das mais variadas áreas. São:
-        Veduca.com.br – disponibiliza vídeos com aulas de diversos cursos;
-        Educacy.com – ainda em fase de construção, pretende explorar a aprendizagem ao longo da vida;
-        Miradax.net – plataforma  ibero-americana, com funcionamento semelhante ao Coursera, mas em língua espanhola.

2.5.13

O uso da ficção

Na segunda edição do fórum digital Forma de Vida, Carlos A. Pereira analisa a obra How to do things with Fiction, do autor Joshua Landy.
O livro assenta numa teoria da ficção centrada não no sentido da obra, mas no uso que lhe damos. Assim, identificam-se vários propósitos possíveis: formativo, exemplar, afectivo e cognitivo. Da função formativa (sobre a qual o autor se detem), salienta-se a possibilidade da ficção actuar como campo de treino de competências individuais (conhecimentos, competências, treino), mais do que informar sobre determinado assunto. Esta função força o leitor a realizar uma ginástica mental que aumenta e fortalece certas habilidades (interpretar e relacionar ideias)  embora não garanta a capacidade de tomar “boas” decisões (o que seria uma função moralizadora), pois nada no ganho ou fomento de capacidades mentais indique o modo como serão posteriormente utilizadas.

1.5.13

O género de pessoa que todos somos

Ainda na primeira edição (Fev. 2013) do fórum digital forma de vida, Miguel Tamen detém-se sobre O género de pessoa que todos somos. E eu vou procurar reter aqui igualmente a minha compreensão do texto.
Nós não escolhemos o género de pessoas que vamos sendo, mas escolhemos a forma como nos descrevemos. O meu controlo é única e exclusivamente sobre as minhas decisões e, embora possa antever alguma consequências, não controla-las, nem o modo como estas são percepcionadas e/ou transmitidas a terceiros. Ou seja, por exemplo profissionalmente, apenas está sob meu controlo a realização de determinada tarefa à minha responsabilidade, mas, apesar e eventuais critérios de avaliação, não posso controlar o modo como esta é feita e eventualmente transmitida a outros superiores hierárquicos.
Aprendemos pelo exemplo, mas os exemplos a que tivemos acesso (familiares ou não) não são amplamente conhecidos. Mas eu sou consequência desses exemplos, porque apreendi os exemplos de outrém, através de contágio informal, puramente receptivo. “cada uma das nossas capacidades e talentos, pensamentos, truques e afectos se posicionam na sua própria, e muitas vezes paralela e independente, história múltipla”.
Haverá então lugar a dividas de gratidão? A haver, será necessário um trabalho tão exaustivo de identificação e enumeração, que se tornaria inútil, pois anularia o verdadeiro contributo recebido (directo ou indirecto). O género de pessoa que somos define-se então pela forma como reconhecemos a existência da influência e o seu impacto e não pela sua verbalização.

(Acceptance Speech)

30.4.13

Procrastinação Estruturada

No nº1 do fórum digital Forma de Vida, a partir do Livro The Art of Procrstination, de John Perry, Maria Isabel Siqueira fala-nos da Procrastinação estruturada. E compreendi que o faço mais frequentemente do que simplesmente procrastino (ai, palavra estranha). Ou seja, enquanto adio frequentemente uma actividade ou tarefa, para dar como útil esse tempo e evitar a inerente sensação de culpa, dedico-me à realização de outras actividades e tarefas, cuja importância pode não ser prioritária, mas cuja realização pode igualmente ser relevante.
A procrastinação tem origem num desejo de perfeccionismo minado por uma insegurança pessoal. Ou seja, a sensação de incapacidade de realizar determinada tarefa de acordo com padrões (regra geral, individuais) de satisfação (que na verdade podem nem sequer ser exigidos pelos demais).
A grande questão é: ser á melhor terminar uma tarefa ou termina-la menos bem? É esta a questão que me coloco frequentemente e que vou começando a enfrentar. Para tal, utilizo algumas estratégias de apoio, como listagens de tarefas, cuja concretização resulta como “palmadinhas nas costas” psicológicas, ou o afastamento voluntário de distracções, como o computador e a televisão.
Segundo este artigo, a procrastinação resulta de uma desadequação de vontades (entre o que sabemos ser bom para nós, o que nos apetece fazer e o que queremos ser no futuro). Reconheço em mim esta desadequação tripartida à qual ainda acrescentaria ou aprofundaria o vértice: será que sei o quero ser no futuro?

O tempo é um factor determinante neste tema. Há prazos (auto)impostos que procuramos protelar continuamente. No entanto, a grande maioria das tarefas acabam por se realizar. Mas ai, a “culpa” da imperfeição já não recai sobre o seu executante, mas na falta de tempo necessária e/ou ideal para a sua correcta execução. Por outro lado, é senso comum que cada pessoa tem um ritmo próprio e que os prazos estipulados podem não ser coincidentes com os processos de maturação e execução dos agentes. Ou seja, o individuo sabe qual o resultado final desejável a apresentar, mas não sabe como o desenvolver, vai protelando a sua execução até conseguir os conhecimentos e competências necessárias à sua realização.

29.4.13

Forma de vida

Esta é uma recente revista digital online, de periodicidade bimestral, sobre literatura e ideias. Recomendado a todos os que querem alargar conhecimentos e perspectivas.

27.4.13

Delegados de Segurança

De acordo com a legislação vigente, cada edifício deve obedecer a uma série de normas e procedimentos de segurança, nomeadamente no que concerne ao combate de incêndios. Um desses procedimentos é a definição de delegados, agentes e/ou equipa que ficará responsável por várias tarefas, entre as quais: alarme, reconhecimento, evacuação, primeiros socorros e apoio ao combate de incêndios.
No meu local de trabalho, fui nomeada uma das delegadas de segurança, no âmbito do qual fiz uma primeira formação e que prevê ainda mais duas: Combate de Incêndios e Primeiros Socorros. Tem sido uma aprendizagem extremamente importante, não só do ponto de vista profissional, mas também como cidadã e utilizadora de espaços públicos, para os quais agora olho com outro conhecimento e analiso a informação e meios de segurança disponibilizados.

Ritacor

26.4.13

Savage U

Savage U é um programa televisivo da MTV em que o jornalista americano Dan Savage visita várias faculdades americanas onde faz algumas palestras e responde a dúvidas, angústias e ansiedades dos estudantes sobre relacionamentos amorosos e sexuais. Dotado de grande pragmatismo e humor, ajuda a desconstruir e desmistificar alguns preconceitos sobre eventuais normalidades, expectativas e hábitos culturais e educacionais sobre relacionamentos e comportamentos, sejam amorosos ou sexuais. Dan Savage é conhecido pela sua coluna de aconselhamento sobre sexo e relacionamentos no jornal The Stanger, de Seatle, e pelo projecto It Gets Better, que pretende prevenir o suicídio na comunidade jovem LGTB, além de apoiar diversas causas relacionadas não só com a comunidade LGTB como heterossexual.
Além de me divertir imenso, tem contribuir para alterar algumas perspectivas e o modo como nos podemos relacionar e falar sobre estes temas com os jovens.